MY CHANGE: Somos Pessoas Girassóis

Estamos a viver um novo mundo. A nova realidade, à qual chamamos “o novo normal”, pede-nos grandes adaptações.

A MY CHANGE seguiu este fluxo e, sendo uma empresa Girassol, fez dos seus clientes a luz que guiou as suas decisões.

As empresas tiveram de mudar rapidamente, reinventaram processos e moveram as suas pessoas, e tudo isso com apenas um objetivo: manter a relevância no mercado, atendendo às necessidades impostas pelo NOVO.

Como especialistas em Gestão da Mudança, estivemos sempre dispostos a mudar os nossos processos, criar novos métodos e adaptar o que fosse necessário. O resultado está no vídeo, que preparámos com muito carinho.

Venha ser também um Girassol, e viva a mudança connosco!
Para assistir, é só clicar aqui.

Não teve a oportunidade de acompanhar o nosso lançamento do Canal?
Veja abaixo o nosso vídeo: Os 12 Passos da Mudança!

VideoGirassol

VISÃO: António Castro Freire, Deputy Chairman do Grupo Bensaude

Grupo Bensaude: experiência de 200 anos dá resposta aos novos desafios

Qual tem sido a estratégia do Grupo para lidar com os impactos da pandemia?

Enquanto entidade empresarial principalmente atuante na Região Autónoma dos Açores, o Grupo Bensaude tem enfrentado o momento atual com prudência e com uma atitude de solidariedade para com os seus trabalhadores, clientes e parceiros.
Antes mesmo de o Governo Regional dos Açores implementar a sua política de confinamento, foram imediatamente desenvolvidas medidas de proteção dos trabalhadores, intensificadas as ferramentas de comunicação internas (com informação detalhada sobre o COVID-19 e sobre o enquadramento das medidas internas introduzidas nesse âmbito) e preparados planos de contingência a tempo de estarem operacionais e testados pelos atores nas várias empresas envolvidas.
Iniciámos um briefing, atualizado 2 ou 3 vezes ao dia, com a descrição da situação epidemiológica regional, nacional e mundial. Interagimos, quase que diariamente, com o Governo regional dos Açores com o qual procedemos a uma troca sistemática de informação sobre os procedimentos por nós adotados e sobre as consequências económicas e sociais das medidas por este previstas e/ou deliberadas. Identificámos quais as maiores carências do Sistema Regional de saúde, tendo a nossa organização sido a primeira nos Açores a contribuir para reduzir as necessidades hospitalares, através da doação de ventiladores para os hospitais de Ponta Delgada, Angra do Heroísmo e Horta.
Quais foram as principais medidas do Grupo Bensaude? 

Enquanto Grupo económico com 200 anos de existência, pareceu-nos indispensável transmitir aos colaboradores confiança na organização e incentivar a sua abertura à mudança. Desenvolvemos ferramentas possibilitando a prática do teletrabalho de forma generalizada, optámos por colocar em regime de lay-off trabalhadores cuja atividade foi suspensa, antecipámos um projeto de vendas online e de entregas ao domicílio, introduzimos maior mobilidade (transitória) de trabalhadores entre empresas, antecipámos projetos cuja concretização fosse conciliável com o confinamento (desenvolvimento de sites informáticos, aceleração de obras em hotéis, introdução de novas ferramentas tecnológicas de apoio às novas práticas, nomeadamente ao teletrabalho).
O que destaca, na sua visão, para enfrentar – e comunicar – estes desafios?

A mobilização e a confiança dos colaboradores foram e são alicerces fundamentais da necessidade de adaptação ao momento atual e, quiçá, ao futuro. No CEO encontrámos inspiração, prudência, contacto e informação permanente com decisores políticos e empresariais no país e na região. No Diretor de Recursos Humanos análise rápida e ampla das políticas de manutenção dos postos de trabalho a par do diálogo com os trabalhadores mais prejudicados pela perda temporária das suas funções, na CFO estudo detalhado dos mecanismos financeiros, públicos e bancários principalmente, para reforço da tesouraria e maximização das disponibilidades, tendo em conta a incerteza que caracterizará o funcionamento da economia em geral em 2020 e 2021 e as suas repercussões sobre a economia insular. Nestes responsáveis de topo assenta a prudência da gestão. Na comunicação interna, transparente, abrangente e orientada para a proteção dos trabalhadores, reside, em boa parte, a confiança dos colaboradores. Nos demais gestores de topo, a adaptação das suas empresas e dos seus negócios, em velocidade acelerada.

E quais serão os próximos passos?
A revisão global dos investimentos e dos projetos aprovados para o período 2020 a 2022 encontra-se em curso. A esta se seguirá uma atualização da reflexão estratégica sobre os objetivos a médio prazo. O mote será o de proteger o presente e o futuro das empresas do Grupo Bensaude, acelerar a digitalização da organização, introduzir duravelmente, quando aconselhável, a prática do teletrabalho, permanecer atentos a novas oportunidades, dentro e fora da região em que o Grupo Bensaude opera.

A MY CHANGE tem como propósito apoiar processos de mudança na vertente das Pessoas e procura, neste momento único, partilhar a Visão dos que estão ao leme das organizações.
Agradecemos a contribuição de António Castro Freire e convidamos a ler as próximas.

O nosso regresso (em andamento) à normalidade

No início deste mês assistimos a uma mudança que há muito esperávamos! Gradualmente começamos a abrir portas e janelas para um mundo sobre o qual ainda não temos grande controlo e conhecimento, mas que está decidido em reagir.

Muitas empresas e equipas têm agora nas suas mãos o poder de decidir a forma como pretendem trabalhar: se continuam em regime de teletrabalho, se regressam às suas instalações, ou ambos. Não é uma decisão simples, dada a quantidade de variáveis que é importante considerar, entre elas a gestão emocional de cada um, já que o desconforto e a insegurança estão presentes em cada contacto que temos com o exterior.

Ao longo de mês e meio habituámo-nos a novas rotinas. Fomos desafiados a confiar mais do que nunca na capacidade de coesão e resiliência da nossa equipa e a ser também nós um instrumento de segurança e conforto para os que nos rodeiam. Como em todas as mudanças passámos por diferentes estádios e experienciámos emoções que antes não faziam parte do nosso dia-a-dia, ou pelo menos não com os mesmos contornos.

Este é um regresso à realidade, mas não à que tínhamos antes. E o que nos tem sido pedido é, sem dúvida, que nos adaptemos. Adaptação é a palavra de ordem do futuro que nos espera. Perdemos a proximidade física, mas ganhámos em ferramentas para assegurar que nos mantemos ligados e a trabalhar para os mesmos objetivos. Perdemos alguns projetos que teríamos prontos e preparados para lançar, mas ganhámos consciência e sabedoria para nos reinventarmos e criarmos soluções diferentes e inovadoras. Perdemos a organização de tempo que tínhamos antes, com uma rotina previsível, mas conquistámos uma dimensão temporal muito valiosa, onde integramos várias relações e responsabilidades a tempo inteiro. E é por isso mesmo que temos que nos adaptar. Os desafios são agora diferentes, mas a capacidade de agilidade de cada um de nós é capaz de mobilizar a equipa inteira e conduzi-la ao sucesso.

A nossa atitude é, mais do que nunca, o alicerce fundamental para o desenvolvimento: das pessoas e do negócio.

Devemos manter a crença positiva pois esta permite dar sentido ao que vivemos, a reagir com humor às situações mais desafiantes e a acreditar que temos recursos e capacidades para lidar com os desafios impostos. Devemos também partilhar motivações, compreender e olhar atentamente para o outro. São os pequenos gestos que aumentam o engagement e a união da equipa e humanizam todo este capítulo que marcará a nossa história.

Na MY CHANGE, ajudamos as empresas e os seus colaboradores a gerir a mudança, seja nos momentos mais frutíferos ou nos de maior complexidade para o negócio. Estamos todos unidos em prol da prosperidade dos empreendedores e temos serviços adaptados a todos os setores e às necessidades de todos os segmentos de colaboradores. Sabemos que a disponibilidade para flexibilizar o modelo de trabalho das empresas e ajudar os seus colaboradores neste processo é essencial, para que todos trabalhem melhor e sejam muito mais felizes e realizados no que fazem.

Swarming: a transformação coletiva que salva

Tempos extraordinários exigem medidas extraordinárias, leia-se transformações rápidas e eficazes. Sem dúvida, o período que vivemos globalmente e em Portugal, especificamente desde março de 2020 devido à disseminação da COVID-19, tem feito com que tenhamos de nos reinventar a um ritmo frenético, nunca antes visto.

Efetivamente, tem havido um esforço coletivo entre organizações e colaboradores para se proporcionarem as melhores condições possíveis de trabalho à distância, bem como para manter os níveis de produtividade. Inevitavelmente, o braço direito desta mudança tem sido a tecnologia. Se, por um lado, muitas empresas já a tinham enraizada no seu dia a dia, muitas outras não viviam de perto esta realidade e tiveram que a decretar, exigindo aos seus colaboradores um esforço extra. Esse esforço fará com que, quando tudo isto terminar, estejam mais capazes e tenham melhorado muito as suas competências tecnológicas.

Esta transformação coletiva não exigiu apenas mudanças a nível da literacia tecnológica dos colaboradores, mas também a nível da sua autonomia. Estarmos à distância faz com que tenhamos que nos responsabilizar mais pelo que fazemos e introduzir algumas mudanças em métodos e processos de trabalho pelos quais optamos, que poderão vir a ser úteis no futuro.

Claro que, pelo caminho, enfrentamos alguns desafios, como em todas as mudanças, nomeadamente a disseminação da tecnologia a todos por igual, o cumprimento de regras, a cedência de acessos e o compliance. No entanto, com a devida preparação, é possível fazê-lo com sucesso, através do esforço de cada um e da cooperação entre todos.

Tal como seria de esperar, no meio de uma das maiores mudanças que o mundo já viveu, surgiram novos estilos de trabalho e novos termos. Foquemos, então, a nossa atenção no swarming, um termo difundido recentemente. É a expressão que melhor define o que tem acontecido em tempos de COVID-19 nas empresas, tendo estas a capacidade de passar a trabalhar de forma coletiva, num estilo caracterizado pela agitação e agilidade que nesta altura consegue conferir e adicionar valor ao resultado final. Neste sentido, o grupo todo foca-se no mesmo resultado, seja para agir face a um problema ou explorar uma oportunidade, criam-se ações de forma rápida e a resposta surge, sendo que depois cada um retorna às suas tarefas usuais. Isto quer dizer que, o que antes conhecíamos como cadeias de processo, em que havia linhas burocráticas e horizontais a seguir para a resolução de um problema, estas cada vez mais se dissipam, com a colaboração de todos e o esforço coletivo com foco numa situação. Todavia, não podemos esquecer que para este método funcionar, além da tecnologia, todos têm que remar para o mesmo lado. Criar uma cultura de inovação, em que todos estão alinhados quanto à missão e propósito da empresa é fundamental.

Criar esta cultura e possibilitar que o swarming aconteça é necessário para manter as empresas “vivas” nesta época de crise, podendo também ser um ótimo princípio a manter quando regressarmos à normalidade, uma vez que desbloqueamos um enorme potencial de grupo, que em conjunto desenhou uma nova estrutura e forma de trabalhar, orientada a resultados. A inovação tecnológica aliada à flexibilidade concedida, responsabilização, novas ferramentas e processos vão permitir uma transformação coletiva que irá, futuramente, elevar o nível daquelas empresas que melhor se adaptarem às lições retiradas destes tempos.

Na MY CHANGE acreditamos que as mudanças coletivas são aquelas que, apesar de desafiantes, permitem uma grande evolução às empresas, contribuindo para a sobrevivência de muitas delas. Estabelecer uma nova cultura de inovação que permita o swarming, fazendo com que todos se alinhem num propósito é a chave para garantir superação em tempos difíceis, bem como a prosperidade a longo prazo. Na MY CHANGE ajudamos a estabelecer e traçar a missão e propósito para a sua empresa, a preparar-se para enfrentar mudanças em tempos de crise e a alinhar processos e comunicação. Queremos ser o seu parceiro para a transformação coletiva que precisa neste momento!

Digital: mais do que nunca, uma necessidade

Os tempos que vivemos são, sem dúvida, extraordinários. A COVID-19 veio impor às nossas vidas uma série de mudanças sem precedentes, para as quais não tivemos tempo de nos preparar. Se, normalmente, lidar com estas adaptações acarreta desafios, não tendo um plano prévio de como adaptar a vida a esta nova realidade torna tudo ainda mais incerto. A verdade é que tivemos que nos moldar em todos os contextos das nossas vidas, quer a nível pessoal quer profissional. Para alguns o confinamento, que fez reaprender a viver dentro de casa, para outros uma nova rotina no local de trabalho, com inúmeros cuidados que antes não existiam. Ambos implicam uma enorme flexibilidade a ser posta em prática.

Efetivamente, não foi apenas a nível individual que estas mudanças aconteceram. As nossas empresas tiveram também que se adaptar e reinventar, de modo a permitir uma transformação completa nas modalidades de trabalho. Neste momento, o desafio de redescobrir formas de trabalho, ferramentas, de adaptar postos de trabalho e de reinventar a comunicação é uma realidade que a maioria das empresas vive. A verdade é que esta transformação não seria possível sem uma adaptação digital das empresas, tendo estas que usar tecnologias novas, mais rápidas e eficientes para se manter em linha com o mercado.

Nestes tempos em que temos que viver à distância e, ainda assim, mais conectados que nunca, é importante apostar na comunicação. Tudo pode parecer mais fácil se pensarmos que em grandes empresas a maioria dos colaboradores tem acesso, por exemplo, a um telemóvel da empresa ou a um computador. Contudo isto não é regra, e se para empresas maiores a comunicação pode parecer simples, temos também que pensar que, em muitas pequenas empresas, estes meios não estão disponíveis para todos, o que requer um maior esforço para colocar todos em articulação, por exemplo partilhando documentação por e-mail com processos, planos e tarefas. Há ainda que considerar que mesmo tendo os mecanismos mencionados anteriormente, o alinhamento pode ser difícil de conseguir se não houver um bom plano de comunicação que ponha os colaboradores todos na mesma página. Assim, é importante apostar em plataformas como Zoom, Skype ou Google Meet para poder fazer reuniões que permitam alinhar os dias, as tarefas de cada um e o trabalho a ser desenvolvido. Apostar nestas meetings diárias pode ser a chave para conseguir agilizar processos à distância e colmatar a falta de presença física num escritório. Mais que isto, há que saber escolher plataformas, por exemplo, para assuntos mais rápidos a ser tratados entre duas pessoas o Slack é uma excelente opção. Usando estas ferramentas, é possível agilizar a comunicação interna e melhorar os fluxos de trabalho. Pensando no tema dos fluxos de trabalho, há tambem que reinventar muitos workflows, usar novas ferramentas, adaptar o local de trabalho, as horas trabalhadas, desenhar novos processos. Muitos dos processos passaram a ter que ser online. Exemplos simples como compras, faturação, comunicação com fornecedores passaram obrigatoriamente a ser digitalizados.

Desenganemo-nos se acreditamos que as mudanças ocorrem apenas no interior da empresa. Alinhar a comunicação interna e os processos é crucial, contudo não podemos esquecer uma peça fundamental desta equação – os clientes. Manter relações comerciais ativas é de extrema importância nesta altura. Cultivar novas relações, com olhos no futuro, bem como manter as que já temos pode fazer a diferença entre subsistir ou ter que fechar portas. É importante perceber como podemos comunicar à distância com clientes, quais as técnicas de comunicação que temos à disposição, como usar a inteligência emocional para gerar mais empatia na forma como se abordam clientes. Perceber o estilo de comunicação das pessoas com quem falamos pode ajudar-nos a perceber como temos de nos posicionar para fazer atividade comercial com qualidade neste tempo de desafios.

Na MY CHANGE sabemos que a adaptação à mudança é imperativa para o sucesso, e que quem sobrevive é aquele que melhor se adapta. Temos as ferramentas e a sensibilidade para perceber qual a realidade de cada empresa e para agir consoante as necessidades especificas. Transmitimos, através das nossas ações, ferramentas de comunicação que permitem alinhamento interno de processos, bem como manutenção de relações saudáveis com clientes. Estaremos, enquanto especialistas em Change Management, ao seu lado neste período de adaptação. Conte connosco!

A importância da nossa saúde (física e mental) em tempos de isolamento

Nos dias que vivemos, em que o isolamento social nos foi imposto para que em conjunto consigamos travar a propagação da COVID-19 e cuidar da comunidade, é importante focarmo-nos também em nós, de forma a garantir que mantemos a nossa saúde mental e física. Naturalmente, enquanto pessoas, temos necessidades de socialização e de ter rotinas, das quais neste momento estamos privados. A volta de 180 graus a que as nossas vidas foram expostas, bem como a preocupação com o futuro, podem levar-nos a sofrer uma quebra na nossa saúde mental, tendo que tomar algumas medidas para impedir que tal aconteça.

Efetivamente, muito se tem falado sobre as consequências físicas e psicológicas deste isolamento. Uma vez que vamos passar os próximos tempos em casa, é importante definirmos que este é o nosso “novo” espaço, organizando-o da melhor forma para criarmos algumas novas rotinas. Definir zonas na casa para que possamos ter rotinas em termos de horários, de treino para exercitar o corpo, um espaço para trabalhar que nos permita manter uma postura corporal correta, são algumas das dicas que podemos por em prática para manter o nosso corpo saudável. Mas e a nossa mente? A saúde psicológica é aquela que mais está em risco e cabe a nós procurar mecanismos para nos mantermos saudáveis e preparados para enfrentar a nova realidade. Sem dúvida que é fundamental criar estes hábitos, tirar o máximo proveito da tecnologia para manter o contacto social com familiares e amigos e encontrar ocupações. Contudo, isto não é suficiente para nos manter motivados a longo prazo. Algo que é também uma necessidade de todos prende-se com o sentimento de podermos crescer e aprender continuamente. Assim, mesmo em tempo de isolamento, e colocando em prática as dicas anteriores, é importante ter tempo para dedicar ao nosso desenvolvimento pessoal, dentro do nosso trabalho e da nossa organização, apostando por exemplo no coaching.

As alturas de mudança são por excelência alturas de desenvolvimento pessoal, quando sabemos abraçar as mesmas e responder adequadamente.  É no seio destas mudanças que podemos descobrir novas formas de organização de trabalho para o nosso dia a dia, novas formas de gerar conteúdo criativo para as nossas empresas e também formas de inovar dentro das nossas funções. Pegando neste último exemplo, muitas das nossas funções podem ser reinventadas, muitos métodos e processos podem ser adaptados para nos facilitar o trabalho e muitos destes vão ser muito úteis e aproveitados no futuro.

Esta é também uma altura de excelência para se apostar na capacitação. Há que garantir que as nossas pessoas têm a capacidade de se adaptar, há que dar formação para que seja mais fácil lidar com esta mudança nas suas vidas.  É um fator que pode ser decisivo no sucesso que vão continuar a ter no seu trabalho. Ensinar a preparar e a pôr a mudança em prática, capacitar para a inovação, ensinar novas formas de adaptação dentro do nosso trabalho/função, são peças chave para manter as pessoas motivadas e garantir foco nos resultados e sucesso da empresa.

A MY CHANGE reconhece a importância que o apoio de profissionais capacitados para lidar com mudanças pode ter num processo transitório de uma organização, sabendo que a forma como a mudança é encarada é um fator decisivo para o seu sucesso. É fundamental formar, apoiar, dar coaching e ferramentas para que todos nos possamos reinventar e continuar a crescer, sendo que isto fará também com que as nossas organizações cresçam no mesmo sentido. Com este propósito queremos estar ao seu lado para crescermos juntos!

Como viver em teletrabalho de forma produtiva?

Nos dias que vivemos, e desde que o novo Corona Vírus (COVID-19) foi categorizado como uma pandemia mundial, muitos cuidados têm vindo a ser tomados para proteger a população, e muitos esforços se têm alinhado em prol de adaptar a sociedade a viver de forma funcional nesta época, adaptando-se uma componente fundamental no dia a dia das pessoas – o trabalho. Muitas empresas optaram por uma modalidade de trabalho remoto, uma vez que a mesma permite às organizações continuarem a produzir resultados e, adicionalmente, manter ocupados os profissionais que estão em casa.

Esta é uma questão desafiante, pois o ser humano é um ser de hábitos e quebrar as nossas rotinas pessoais e profissionais pode-nos fazer pensar que iremos baixar a nossa produtividade e iremos perder alguma qualidade de vida. A chave para lidar com esta questão é a adaptação e flexibilidade à mudança que temos dentro de nós e, que se for trabalhada e colocada em prática, nos vai permitir manter o foco durante o isolamento social.

Enquanto profissional é importante manter hábitos para manter a produtividade e, enquanto líder, é importante garantir o foco das nossas pessoas, bem como o nosso próprio alinhamento com as mesmas. Deixamos, então, algumas dicas que podem ser relevantes para este período:

1 – Manter uma rotina pessoal: sabemos que em casa é muito fácil perder rotinas, contudo é importante fazer um esforço para manter hábitos e horários. Manter a nossa hora de exercício matinal, a hora das refeições e o hábito de nos vestirmos para trabalhar são algumas dicas para podermos ter uma rotina o mais aproximada da realidade que conhecemos.

2 – Fazer listas de tarefas: é importante traçarmos objetivos concretos do que queremos fazer, quer a nível profissional (organizando o nosso dia), quer a nível pessoal, onde podemos colocar uma hora para ver aquela série ou filme, uma hora para leitura, horas para cozinhar, entre outras atividades.

3 – Manter uma rotina de trabalho: podemos começar por identificar as horas nas quais somos mais produtivos, dividindo as nossas tarefas diárias com base nisso. Manter a pontualidade, horas de pausa, contacto com os colegas e criar um espaço distinto na casa como local de trabalho é também fundamental para que o trabalho corra pelo melhor.

4 – Apostar na socialização: manter contacto com colegas e chefias é fundamental, tanto para articulação do trabalho, como para sentirmos que continuamos a alimentar as nossas necessidades sociais. Felizmente estamos numa era tecnológica em que existem inúmeras ferramentas que nos permitem esta comunicação. Para reuniões, formações ou conversas informais podemos usar plataformas como o Zoom, Slack, Skype ou Hangouts, enquanto que para manter o tracking das tarefas e o alinhamento podemos usar ferramentas como o Trello ou Asana.

5 – Acolher as distrações e as diferenças no dia a dia: Em casa vamos, sem dúvida, estar expostos a distrações, por exemplo por termos filhos por perto. Há que ter a flexibilidade de as incorporar na nossa nova rotina, encontrando mecanismos de conciliação com o trabalho.

Acreditamos que, seguindo estas pequenas dicas, será possível que os profissionais em trabalho remoto se mantenham alinhados e, em conjunto, mantenham as empresas a funcionar, com bons resultados e olhos no futuro.

Na MY CHANGE, enquanto impulsionadores do crescimento e da mudança, acreditamos que é nos tempos em que somos desafiados, e nos quais somos expostos a situações com as quais não estamos familiarizados, que crescemos e mais nos desenvolvemos. Este crescimento aplica-se tanto a nível pessoal, como a nível organizacional. Mesmo em tempos de “crise” é possível dar a volta por cima.  Este é o tempo para as empresas se reinventarem e fortalecerem. Com todas as tecnologias mencionadas anteriormente é possível manter os profissionais em contacto, sendo até uma boa altura para apostar na qualificação das nossas pessoas, por exemplo através de formações e-learning, o que permite que as mesmas se sintam valorizadas e a crescer, mesmo num período no qual não têm a sua rotina usual.

É possível evoluir, pois estas novas formas de trabalho irão permitir que, no futuro, a qualidade de vida dos profissionais aumente pois poderão, por exemplo, aliar o trabalho remoto ao presencial. É também uma ótima altura para fortalecer a comunicação, quer interna, quer com clientes, apostando na tecnologia associada à empatia.

Todas estas mudanças implicam transformação da cultura organizacional e é importante sabermos tirar o maior proveito da mesma. Na MY CHANGE posicionamo-nos como parceiros que ajudam a transformar a cultura da empresa e fortalecer as relações. Capacitamos profissionais para estes se manterem na linha da frente e temos o compromisso de caminhar com os nossos clientes, sabendo personalizar as nossas intervenções, para que se alcancem os melhores resultados!

Cultura e Liderança: de mãos dadas pelo sucesso

As empresas têm pilares chave que contribuem para o seu sucesso, estando muitos deles relacionados com as pessoas e com a forma como estas influenciam a organização. Dois desses alicerces são a cultura e a liderança. Seria leviano dizer que uma empresa pode ter sucesso sem essas duas bases, resta agora saber a forma como se ligam e influenciam.

Efetivamente, a cultura influencia diretamente o rumo de uma empresa, uma vez que toca em pontos como as relações que se estabelecem dentro dela, a forma como esta encara a mudança ou a inovação, as relações estabelecidas com o exterior/ mercado e ainda a hierarquização mais ou menos acentuada que na empresa se vive. Assim, a cultura é uma componente chave para a identificação dos colaboradores e clientes com a empresa.

Estar inserido numa organização onde a cultura se alinha com o estilo de liderança exercido torna tudo mais fácil e congruente, e os resultados da empresa certamente serão melhores.

Muito é dito sobre a forma como as ações dos líderes influenciam a cultura. Líderes que dão feedback, que desafiam e apoiam a equipa, que sabem fazer escuta ativa, que promovem o desenvolvimento dos colaboradores e que asseguram que a empresa cresce de forma sustentável, contribuem em muito para que a cultura da empresa se fortaleça e se difunda. Contudo, é também interessante fazer o exercício ao contrário, isto é, pensar em como uma cultura estabelecida pode influenciar as atitudes de um líder e motivá-lo a praticar algumas ações.

Se estivermos numa organização com um clima organizacional positivo, compromisso elevado, valores organizacionais vividos por todos, entreajuda e sentimento de reconhecimento, o líder não terá outra opção senão partilhar desta visão e moldar a sua liderança à organização, passando, inclusivamente, a ser o maior promotor dessa cultura, tornando-a mais forte.

Deste modo, temos que reconhecer que estes dois pilares estão estreitamente ligados e contribuem ativamente para os bons resultados e sucesso de uma organização. Enquanto líder é importante ter capacidade de captar a forma de ser e estar da organização e ter flexibilidade para se adaptar à sua cultura às mudanças que o contexto exige. Pensando do ponto de vista da cultura, é importante parar para refletir que tipo de cultura queremos estabelecer na nossa organização, alinhar a mesma com os valores e a missão, de forma a garantir que há equilíbrio e que as pessoas se sintam bem e tenham bons resultados.

A MY CHANGE sabe que a chave para o sucesso está no alinhamento da cultura com a liderança, de forma a garantir a harmonia dentro da organização. Ter profissionais que ajudam a diagnosticar o tipo de cultura que a empresa tem ou deseja ter, bem como o estilo de liderança que é importante adotar, é fundamental. A MY CHANGE tem profissionais com enorme experiência em diagnóstico, em alinhamento estratégico e em capacitação, que podem ajudar os clientes a elevar as suas organizações a um patamar de maior sucesso, ajustando estes dois pilares fundamentais – cultura e liderança.

A Importância Do Desenvolvimento Para Reter O Talento

Se perguntarmos a alguém, na gestão de topo de uma empresa, qual é uma das maiores dificuldades por que esta está a passar, é muito provável que se ouça a seguinte resposta: altos níveis de turnover e dificuldade em reter os melhores profissionais. A aquisição e gestão de talentos está na vanguarda do diálogo que acontece nas organizações, isto devido à crescente abertura e facilidade em atravessar fronteiras, o que faz com que o mercado seja cada vez mais global. Hoje em dia, poucas pessoas contam manterem-se no mesmo emprego para o resto da sua vida, a mudança de carreira está muito mais normalizada e o paradigma mudou. É este o cenário em que nos movimentamos e, por isso, são muitas as empresas a pensar em novas estratégias para lidar com esta temática.

Tentar “seduzir” os colaboradores com um salário mais elevado e com um conjunto de regalias como telemóvel ou acesso a um ginásio, torna-se já repetitivo. Estas estratégias não são à prova de bala, pois a maioria dos casos de turnover dá-se devido a poucas oportunidades de desenvolvimento pessoal para os trabalhadores. Devemos, então, ter em conta este insight e promover estas oportunidades nas nossas empresas.

A solução passa por trazer ao decima uma forte aposta nas pessoas e nas suas qualificações. Todos os profissionais gostam de sentir que a sua empresa aposta em si, e que lhe permite crescer e aprender. Apostar na capacitação/formação pode ser a chave para fazer a diferença. É importante criar iniciativas e programas que tenham em mente quais são as necessidades e os interesses dos colaboradores, pois só assim serão bem-sucedidos. São nos momentos em que os colaboradores sentem que os seus interesses são ouvidos e que lhes são dadas oportunidades de aprendizagem individualizadas e adaptada a si, que estes vão aumentar o seu compromisso para com a organização. Os momentos de aprendizagem podem ser de natureza técnica ou de soft skills, pois aquilo que realmente interessa é que deem resposta a uma necessidade direta de um colaborador.

Para conseguir implementar estas soluções, há um conjunto de aspetos a ter em conta. Para perceber quais as necessidades, para se conhecer melhor os colaboradores e compreender as suas ambições e expetativas é ideal contar com um parceiro competente, que possa compreender a necessidade da organização e do colaborador e fornecer uma solução à medida. É importante personalizar, tendo em conta o perfil e posicionamento do colaborador na organização, a sua antiguidade e níveis de experiência, entre outras variáveis, pois cada pessoa aprende de forma diferente e espera coisas diferentes das formações. Em terceiro lugar, devem estabelecer-se objetivos com cada colaborador e dar-lhe feedback regular acerca do seu progresso.

A MY CHANGE sabe que é através desta experiência individualizada que as pessoas se sentem valorizadas pela organização, o que fomenta a sua identificação e aumenta a probabilidade de conseguir reter o talento mais qualificado. Posicionamo-nos como um parceiro com enorme experiência em programas de capacitação, desde o diagnóstico das necessidades até à fase de follow up, assegurando o sucesso na retenção e melhorando os contributos do colaborador para a organização.

A Importância da Leitura dos Perfis para a Liderança

Diz-se, com muito ênfase, que uma equipa com um bom líder tem melhores resultados. Compreendemos imediatamente que quando um grupo de pessoas tem uma boa liderança, é mais produtiva e gera mais negócio. O cerne da questão prende-se, no entanto, com algo já muito debatido: O que torna alguém um bom líder? Várias teorias tentam dar resposta a esta pergunta, e na verdade não há nem uma resposta certa, nem um único fator que contribua para esta condição.

Efetivamente, é altamente difundido que um bom líder tem que descobrir quais são as qualidades únicas de cada pessoa da sua equipa e rentabilizá-las, de forma a tornar os seus liderados top performers. Os indivíduos têm, à partida, diversas personalidades, experiências e gostos, e tentar encaixar esta diversidade dentro de um plano uniforme é complexo. No entanto pode estar aí o segredo e ser, precisamente essa, a forma mais eficaz de gerir uma equipa.

Então, o que pode fazer para garantir que a sua equipa não só faz o que lhe é pedido, mas que o faz da melhor forma, ou seja, com iniciativa e usando o melhor das suas capacidades? Deve procurar saber e valorizar as ditas caraterísticas de cada um, para depois as integrar num plano coordenado que potencie a performance da equipa e que desafie cada elemento a ser melhor no seu campo de atividade. Pode começar-se por adaptar as funções que cada pessoa exerce às suas skills mais fortes, como solicitar a alguém com ótima capacidade de comunicação para contactar com clientes, ou alguém muito criativo a pensar em novas formas de resolver problemas existentes. Assim, as três coisas que se deve procurar saber acerca de cada um dos seus colaboradores são: as suas forças, aquilo que as desencadeia, e como é que essa pessoa aprende.

Esta pode parecer uma estratégia trabalhosa, mas na verdade permite investir na pessoa e nas suas habilidades, rentabilizando o que há de bom e identificando pontos de melhoria que a pessoa pode trabalhar. Assim, o próprio colaborador fica também responsável por as praticar e aperfeiçoar-se, sendo uma mais valia para a produtividade da equipa.

Uma equipa em que cada um desempenha funções adequadas ao seu perfil e sabe o que tem que trabalhar, em vez de uma equipa em que todos desempenham o mesmo papel, será certamente uma equipa mais produtiva, coordenada e coesa. A competição fica de lado para dar lugar à cooperação, e a missão do líder será garantir que todos os membros da equipa estão a trabalhar para o mesmo objetivo comum.

Contudo, o trabalho não termina quando se atinge o “one best way” de coordenar equipas. As ambições dos membros podem mudar e evoluir ao longo do tempo, alguns podem sair e dar lugar a pessoas novas, mudanças dentro da organização podem ocorrer, o que significa que o líder terá que ter uma visão e flexibilidade capaz de garantir a revisão recorrente do método de trabalho da equipa para que tenha sempre o melhor ajuste das suas características e das tarefas que os seus elementos devem desempenhar.

Na MY CHANGE acreditamos que é fundamental os líderes terem a capacidade de fazer uma boa leitura dos perfis das pessoas que coordenam, pois através desse input podem aproveitar o potencial de cada um e assim otimizar o funcionamento da equipa. A MY CHANGE, através da sua larga experiência e das ferramentas de excelência que usa, capacita líderes para que estes venham a adquirir esta capacidade e visão. Saber observar, comunicar, distribuir tarefas e incentivar diferentes perfis pode ser a chave para garantir a harmonia e a eficácia numa equipa. Queremos ajudá-lo a atingir o sucesso!