Já fez o seu “check-in” em Gestão da Mudança?

A publicação Portal SAPO, na página “Pessoas by ECO”, indica o nosso livro “Sharing My Change – Viagem ao interior da Gestão da Mudança”, recomendado como Livro de Cabeceira.

O lançamento oficial aconteceu na semana passada, na livraria FNAC do Colombo, e teve a participação especial de alguns dos seus coautores. 

A coluna traz alguns trechos do livro, que se apoia na metáfora das viagens. Para quem se interessa por experiências de gestão da mudança relatadas por gestores, na primeira pessoa,  vale a pena ler o conteúdo. É só aceder através do link abaixo:

Fazer “check-in” na gestão da mudança

 

Para além de uma abordagem de Recursos Humanos: O papel estratégico da Gestão da Mudança

A conjuntura em que vivemos está envolta em constantes mudanças, muito por causa da difusão da informação e do avanço das tecnologias, que não nos deixam tirar o pé do acelerador e nos obrigam a reinventar o que está à nossa volta, de forma constante. No mundo empresarial não é diferente. O tempo em que um gestor de uma organização podia ambicionar ter elevada estabilidade e ainda assim obter bons resultados, já passou. Nos dias que correm, as organizações de sucesso não podem ter apenas planos anuais, em relação aos quais se pretende fazer poucas alterações. A globalização veio trazer a mudança como condição de sobrevivência e impor que apenas as empresas em constante movimento e aprendizagem tenham sucesso.

 

Efetivamente, traçar um plano estratégico para a empresa é fundamental para obter retorno positivos, no entanto este plano não pode ser estático.  Pelo contrário, os planos estratégicos das empresas devem já antever que, ao longo do tempo, serão necessárias adaptações, porque algo de novo irá surgir, entretanto, no contexto. Assim, a estratégia de qualquer empresa deve contemplar uma compreensão profunda acerca da mudança, da necessidade de novas aprendizagens, e do alinhamento que estas virão a ter com cultura, com os valores e com o clima da empresa.

 

As mudanças que surgem podem, em grande parte, ser antecipadas e devidamente acompanhadas, para uma correta gestão das mesmas. Deste modo, é fundamental que os novos objetivos corporativos sejam aprendidos por todos. Começando pelo topo da organização, o líder tem que interiorizar a mudança e preparar-se para apoiar os outros na compreensão da mesma. Em seguida há que envolver todos, tornando-se fundamental que toda a gente que vai ser afetada pela mudança esteja atenta, alinhada e saiba qual a sua missão especifica. O passo seguinte é descodificar a mudança e posteriormente renovar o sentimento de pertença, comunicando novas mensagens de forma positiva. Como consequência poderá haver necessidade de ajustamentos na cultura, que terão que ser avaliados. A partir daí ir-se-á ambicionar agir segundo o novo paradigma.

 

Nas organizações devemos procurar ter e formar líderes que saibam interpretar, descodificar e comunicar a mudança, e que estimulem uma cultura em que cada colaborador melhora a cada dia, através de novas aprendizagens e da procura do crescimento constante. Querem-se líderes que se foquem nas capacidades dos liderados, uma vez que estas são um dos motores mais importantes para acompanhar as mudanças que vêm de fora, bem como trazer novos inputs para a empresa melhorar.

 

Na MY CHANGE somos especialistas em gestão de mudança e somos certificados para agir de forma competente e experiente nesta matéria. Somos parceiros de confiança, aptos a diagnosticar o estado atual da organização e a perceber qual a melhor forma de implementar a mudança, passando por todas as fases, desde a implementação à gestão e ao follow up. Na MY CHANGE acreditamos que a mudança faz parte da vida e é aquilo que nos permite evoluir, e é esta visão que partilhamos com quem a nós recorre, capacitando para construir uma cultura que está pronta a adaptar-se a qualquer desafio que surja.

Lançamento do livro “Sharing My Change – Viagem ao interior da Gestão da Mudança”

Ontem foi uma noite muito especial para a equipa da MY CHANGE. Tivemos o lançamento oficial do livro “Sharing My Change – Viagem ao interior da Gestão da Mudança”.

Lançamento Sharing MC2

O evento aconteceu na FNAC do Colombo, e contou com a participação dos Coordenadores do livro, o Diretor de Recursos Humanos da TAP, Pedro Ramos, e as nossas sócias Maria João Martins e Teresa Fialho, além do jornalista da TVI José Gabriel Quaresma, responsável por mediar a apresentação.

O clima estava descontraído e atraiu alguns dos coautores da obra, nomeadamente líderes de organizações que passaram por processos de mudança com o suporte da MY CHANGE, e também curiosos que por ali passavam e cujo interesse foi despertado.

Afinal, qual é o real valor do Propósito?

Com o final de mais um ano, é chegada a altura de definirmos aquilo que queremos atingir e qual vai ser o nosso propósito para 2020. A verdade é que quando fechamos um ciclo, o mais comum é termos um desejo de mudança, uma vez que esta está sempre presente na nossa vida e é um dos motores que nos faz evoluir individualmente. Contudo, este desejo não ocorre apenas a nível individual, mas também a nível organizacional, é no início de cada ano que são definidos quais os objetivos para as nossas empresas e para onde queremos que estas cresçam, quer a nível tangível, quer a nível de valores e missão. Porém, tão importante como a vontade de mudar é saber onde essa mudança irá incidir e como a implementar de forma estruturada para que venha a ter sucesso no futuro. Muitas vezes o mais difícil acaba por ser lidar com a mudança e com as alterações que o que foi definido tem no nosso dia a dia, deste modo é importante termos ajuda de profissionais que possam traçar um plano e ensinar a preparar e implementar estas alterações, quer sejam estas a um nível mais micro ou macro.

Além do desejo de mudar, outra das resoluções mais comuns com a entrada de um novo ano é o desejo de aumentar conhecimentos e skills em certos temas. Assim, uma aposta em formação pode fazer sentido. Maximizarmos o nosso potencial em soft skills como liderança, comunicação ou inteligência emocional pode fazer toda a diferença na forma como nos desenvolvemos a nível pessoal e profissional. Esta aposta fará com que no fim do dia sejamos mais completos e possamos acrescentar mais valor à organização onde nos inserimos, sendo que do ponto de vista estratégico é interessante para as organizações apostar em capacitar os colaboradores, para que estes de desenvolvam e venham a melhorar resultados. Todavia, e tal como no processo de mudança, por vezes não é fácil perceber onde incidir e quais os pontos que queremos trabalhar. Assim, é importante que haja um diagnóstico para perceber o estado atual da empresa e dos colaboradores, para perceber onde se deve apostar a nível de formação, de modo a que esta potência um crescimento para a empresa. Ter uma empresa parceira que nos ajude neste processo de autoconhecimento é, na maioria dos casos, a chave para o sucesso.

Efetivamente tudo o que foi descrito acima faz sentido quando pensamos na entrada de um novo ano, e em acrescento será sempre preciso que nos alinhemos e tracemos novos objetivos. É preciso aprender a traçar estes objetivos e sabermos quais são os que fazem sentido para nós em 2020. Não nos podemos esquecer que não ter um propósito por vezes é limitador, isto é, se não compreendermos qual o nosso objetivo maior que é o nosso driver tendemos a esquecer os objetivos a curto prazo, assim devemos começar por definir qual o nosso propósito e depois traçar objetivos mais concretos que nos permitam chegar até ele. É aqui que a MY CHANGE entra como um trust advisor para os clientes que a nós recorrem. Não somos apenas experts em implementação/gestão da mudança, em formação ou em diagnóstico, na MY CHANGE confiamos que somos o parceiro certo para o ajudar a definir o seu propósito uma vez que todos os nossos consultores têm a sensibilidade de perceber onde um profissional ou empresa está agora e consoante isso ajudá-lo a perceber para onde quer ir. Por exemplo, através de coaching pessoal e/ou profissional conseguimos perceber qual o seu ponto A (atual) e apoiar na definição do seu goal para 2020 (ponto B). Confiamos que recorrer à MY CHANGE para suportar estas novas definiçoes é a escolha certa para que venha a ter, em 2020, um propósito que lhe faça sentido e esteja enquadrado com o que pretende atingir. O compromisso MY CHANGE é ajudá-lo a traçar este propósito e a obter crescimento constante através dele!

 

Soft Skills: uma procura crescente no mercado de trabalho

Na realidade em que estamos inseridos, o mercado de trabalho está em constante mudança. Sabemos que é cada vais mais dinâmico, exigente e seletivo. Por este motivo, já não faz sentido, quando pensamos em profissionais competentes, pensarmos só naqueles que têm sólidas hard skills (competências técnicas). Na verdade, é cada vez mais importante que os profissionais sejam completos e tenham algo diferenciador que os mantenha alinhados com a exigência do meio onde se encontram. É nesta linha que surge a importância das soft skills, que remetem para a forma como as pessoas interagem com os outros, bem como para o modo como encaram diversas temáticas no seu contexto de trabalho. Na verdade, muitas vezes, é através das soft skills que se identificam os melhores profissionais e aqueles que terão maior sucesso no mercado.

O tema da importância das soft skills já não é uma novidade, muitas organizações já as procuram nos seus processos de recrutamento há algum tempo. O que é novo é que com o passar dos anos, e com as mudanças a que o mercado está sujeito, as soft skills que as empresas procuram vão também mudando. O tempo em que ser pontual, organizado e disciplinado eram os tópicos mais valorizados já não existe. As soft skills do século XXI apontam para uma nova direção. Neste momento, as empresas procuram profissionais capazes de se adaptar e de fazer uma eficiente leitura quer das relações interpessoais quer das temáticas laborais.

Assim, no meio de várias outras, podemos apontar a inteligência emocional, a empatia, a capacidade de liderança, a gestão de stress e a capacidade de se ter uma visão critica como as soft skills que têm vindo a ganhar mais destaque. No que há inteligência emocional e à empatia diz respeito, estas ganham especial relevância uma vez que ser capaz de identificar e gerir as nossas próprias emoções, de perceber como a nossa forma de ser funciona em determinadas situações, bem como de se entender as necessidades do outro (sejam estes colegas ou clientes) é fundamental para o bom ambiente e sucesso do trabalho. Todos estes aspetos nos colocam como profissionais capazes de perceber como agir no contexto relacional do trabalho. Por sua vez, a capacidade de liderança é fundamental, não apenas para posições de chefia, mas para todos os profissionais, uma vez que é sempre importante saber delegar, gerir recursos de diferentes tipos, e despertar a motivação nas pessoas à nossa volta. Quanto à gestão de stress, esta ganha destaque nos cenários que hoje compõem o meio corporativo. Estes exigem sangue frio, pensamento lógico e rapidez para resolver as crises que advém dos desafios do meio. E mecanismos próprios de resiliência para que não se entre em exaustão emocional. Por fim, a capacidade de ter uma visão critica é fundamental quando se enquadram novos profissionais em equipas de alta performance, desejando-se que venham questionar paradigmas já existentes, com o objetivo de desenvolver soluções inovadoras e adequadas ao mercado frenético que nos rodeia.

Na MY CHANGE reconhecemos a importância das soft skills e sabemos que a descoberta e valorização de novas soft skills acompanha o crescimento do mercado. Acreditamos que estas capacidades não são necessariamente inatas e que em todos os profissionais há margem de progressão e crescimento para as aprenderem. Acreditamos que com a capacitação certa e com as ferramentas adequadas os profissionais que a nós recorrerem ganharão valor, podendo depois imprimi-lo no dia a dia do seu contexto. Trabalhamos com rigor e excelência para passar conhecimento através das nossas ações, de forma a que os nossos clientes vejam, em si e nos seus colaboradores, o impacto das nossas intervenções impresso nos resultados das suas organizações.

Segurança da Informação: Apoiar a Mudança Associada ao RGPD

Vivemos na era da informação e, também, da sua partilha. Todos os dados à nossa volta são passíveis de ser recolhidos e posteriormente usados como inputs úteis para algumas empresas. Por outro lado, os nossos dados pessoais circulam a uma velocidade incrível. Há alguns anos, as informações pessoais eram recolhidas essencialmente por via telefónica ou por contacto presencial. Com os meios digitais que dispomos hoje, qualquer pesquisa num website, numa rede social ou aplicação móvel possibilita que os dados sejam recolhidos para o futuro. A preocupação com a gestão desta informação deve estar presente nos indivíduos e nas empresas, uma vez que estes dados podem ser cruciais para o desenrolar de certas atividades, comprometendo-as ou impulsionando-as.

Efetivamente, “informação é poder” e nesta linha torna-se relevante e necessária que haja uma proteção adequada da mesma, porque uma simples fuga de informação pode causar graves problemas. Com esta fácil exposição de dados, surgem diariamente desafios no âmbito da segurança da informação, muito devido às vastas formas de recolha e aos instrumentos que nos permitem aceder-lhe. Assim, pareceu fundamental assegurar que, de forma ética, se prevenia o uso indevido da informação pessoal dos indivíduos. Os grandes operadores económicos detêm muitos destes dados, sem dar hipótese aos seus titulares de acederem a essa informação. Por sua vez, do ponto de vista das empresas revelou-se também fundamental garantir a segurança da informação, uma vez que os ataques digitais se estavam a tornar cada vez mais recorrentes (tendência que se mantém) e que a fuga de informação para a concorrência ou para o público se pode tornar prejudicial aos negócios.

Por este motivo, entrou em vigor o Regulamento Geral de Proteção de Dados (RGPD), vindo colmatar algumas das falhas existentes em relação à segurança da informação. Este regulamento veio introduzir novas obrigações e algumas alterações, nomeadamente a nível de obtenção de consentimento para recolha dos dados, consulta dos dados, direito ao esquecimento de dados, entre outras. Aquando a introdução do RGPD algumas empresas e áreas de atividade, tais como o Marketing, podem ter considerado que perderam espaço de manobra, uma vez que tiveram que se adaptar a uma nova realidade de recolha e uso da informação.

É imperativo que as empresas estejam em compliance com o RGPD, e as que não estiverem em conformidade podem ter graves sanções. Contudo, não é apenas pelas coimas que as empresas se devem preocupar em estar em compliance com o regulamento. De forma geral, o público irá aumentar a sua confiança face às empresas que estejam em cumprimento, pois sentem que a sua informação está em maior segurança. Deste modo estas organizações podem vir a ter grandes vantagens.

A MY CHANGE reconhece extrema importância à temática da segurança da informação, uma vez que ela é fundamental quer para o bom funcionamento das organizações, quer para a confiança das pessoas no mercado. Sabemos, também, que a implementação destas mudanças é um processo com alguns desafios. Enquanto empresa especialista em gestão da mudança pelo lado das Pessoas, posicionamo-nos como um parceiro informado e de confiança.  À semelhança de outros processos de mudança, estamos disponíveis para auxiliar os nossos clientes na sensibilização e capacitação das suas pessoas, por forma a obterem as maiores vantagens competitivas face à concorrência.

O clima organizacional tem impacto no seu negócio?

Existem diversos fatores numa organização que condicionam o seu sucesso e é importante que a gestão olhe para esses fatores de forma a definir as estratégias para que a sua empresa se mantenha competitiva. O mercado muda a uma velocidade frenética e esta mudança acontece também no seio de cada organização. É muito importante acompanhar os novos paradigmas que têm vindo a ganhar destaque. Um deles prende-se com a importância de construir um bom clima organizacional, uma vez que cultura e clima são variáveis que impactam o sucesso dos negócios.

Efetivamente, o clima organizacional reflete a forma como os colaboradores percecionam a empresa como um todo. Reflete as suas experiências e se estes se sentem motivados e envolvidos na relação com os outros e com a própria empresa. Fatores como as relações com colegas ou líderes, estilo de liderança, objetivos e benefícios/reconhecimento têm impacto direto na perceção que é criada sobre a organização. Os líderes, em particular, têm um forte impacto no clima de uma organização, uma vez que são os principais responsáveis por transmitir a visão e cultura da empresa. A gestão tem também maior responsabilidade em intervir no clima organizacional para que este se torne positivo e ofereça melhores condições e mais oportunidades de desenvolvimento aos colaboradores. Dessa forma estes sentem que estão numa empresa onde se podem expressar e crescer, inseridos num bom ambiente.

O clima de uma organização pode ser comparado a um organismo vivo e por isso é dinâmico. Devem existir estudos de clima periódicos, feitos por profissionais, que irão identificar qual é o estado atual e onde é necessário intervir. É importante trabalhar para ter um bom clima organizacional, pois as empresas que conseguem estabelecer um bom ambiente são aquelas que atraem e retêm mais talento, ganhando destaque no mercado e aumentando a sua competitividade. A ajuda de profissionais especializados é um trunfo chave, uma vez que permite ativar uma estratégia que contempla o clima atual, mas que se foca principalmente no clima desejado, desenvolvendo iniciativas que têm em conta os objetivos e necessidades de cada negócio.

Na MY CHANGE sabemos que o clima organizacional tem um impacto forte nos resultados dos colaboradores, condicionando o sucesso das organizações onde estes se inserem. Climas positivos tendem a potenciar a motivação, o compromisso e as relações saudáveis na organização. Estes fatores geram um aumento da produtividade, uma vez que as pessoas encaram os desafios organizacionais de forma mais positiva. Um bom clima organizacional favorece o crescimento mútuo de profissionais e da empresa, uma vez que os resultados do negócio melhoram e há espaço para todos se desenvolverem. A MY CHANGE tem largos anos de experiência em diagnóstico e intervenção em clima organizacional, sendo expert em intervenções que promovem uma adaptação ou mudança do clima para que este se torne um motor gerador dos resultados pretendidos, à medida de cada negócio. Sabemos que cada negócio tem os seus objetivos, por isso fazemos estudos cuidadosos para diagnosticar as necessidades. Posteriormente intervimos de forma personalizada, capacitando líderes e colaboradores, para que o clima de cada empresa se torne único e adequado à sua realidade. Acreditamos que um bom clima é um fator chave para atingir o sucesso e posicionamo-nos como os profissionais ideais para ajudar a sua empresa a atingi-lo!

Ser Responsável na Gestão da Mudança

O artigo, escrito pela Maria João Martins, sócia da MY CHANGE, fala sobre a a atitude que devemos adotar em processos de mudança. Veja o conteúdo, ao qual pode aceder também nesta hiperligação.

“Para transformar o mundo, seja o das Organizações em que nos movemos, ou de forma mais micro, o das nossas equipas e missões, é fundamental ter uma atitude responsável.

O Mundo à nossa volta é, também, aquilo que quisermos que seja.  E para isso é importante assumir uma voz interior que nos diz que podemos fazer a diferença.

Nas transformações reativas ou proativas, assistimos a diferentes posicionamentos que naturalmente impactam os resultados.

Estes são sempre diferentes, consoante o sentimento e a atitude para participar de modo responsável numa onda de mudança que se deseja positiva.

Um mero Observador, achará que mudar não é para si e sim para os outros, ficando a olhar de testa franzida, vendo a terrível mudança epidermicamente fora de si e pensará «Eles que mudem», «Eles que façam», «Isto não é para mim», «Já fiz o que tinha a fazer, agora que avancem outros», «Tudo vai ficar na mesma, para quê mudar?».

A outro nível poderemos encontrar os Atores da mudança, aqueles que convidamos a participar na alteração das coisas e que se deixam envolver e embarcar por uma visão de que existem estádios novos e diferentes a alcançar, que certamente são uma vantagem.

Não percebendo totalmente que vantagem é essa, deixam-se levar pela onda que sentem à sua volta, avançam, mas não deixam afluir dentro de si o capital emocional que é tão fertilizante de tantas potenciais conquistas e pensarão «Se querem que eu mude, eu mudo, mas não sei onde isto vai parar».

Uma atitude mais responsável percebemos nos Autores da mudança, aqueles que ficam criadores da própria história de transformação, que acreditam e sentem, que podem fazer a diferença, que se revelam como exemplos de energia inventiva, inspirando e mobilizando os outros, arriscando novos caminhos e soluções, na esperança de chegar a um novo paradigma.

Revelam muitas vezes a humildade para abandonar velhas praticas e crenças, para dar espaço à nova forma das coisas e reaprender continuamente.

Fazem as perguntas certas, com a liberdade e responsabilidade que sentem serem suas de propor, influenciar e assim escrever novas páginas na sua Organização, na sua Equipa ou mesmo na sua vida.

Devemos sentir-nos abençoados por respirarmos o mesmo ar destes agentes e facilitadores da mudança.

São eles que, com muita curiosidade pelo novo, nos permitem sonhar com o ensinamento  que Gandhi nos deixou: «Que somos a mudança que queremos ver no mundo»!”

Maria João Martins
Partner MY CHANGE

Preparar para uma nova etapa

A realidade que temos vivido nos últimos anos diz-nos que a idade média da população europeia está a aumentar, estando a população a envelhecer cada vez a um ritmo mais acelerado e sendo a esperança média de vida cada vez maior. Tendo em conta este panorama, é importante dedicarmos algum tempo à reflexão acerca daquilo que acontece quando as pessoas entram em idade de reforma, bem como o impacto que isso tem para as organizações.

Atualmente, em Portugal, a idade legal para ter acesso à pensão por velhice (conhecida por reforma) é aos 66 anos e cinco meses. Contudo, considerando o aumento da esperança média de vida previsto, espera-se que quando as pessoas que estão agora a entrar no mercado de trabalho chegarem à idade da reforma, esta rondará os 70 anos de idade. Assim, é importante ter em atenção que durante bastante tempo profissionais de diferentes faixas etárias convivem na mesma realidade organizacional, sendo necessário formar para que haja um compromisso na partilha de diferentes visões.

Efetivamente, é importante que os profissionais se vão preparando para quando a fase da reforma chegar às suas vidas. Quando falamos desta preparação não nos referimos apenas à cautela financeira que, cada vez mais, tem que se ter em conta. É importante que as pessoas percebam que entrar na reforma não é sinónimo de um estilo de vida parado, podendo voltar a estudar, dedicar o seu tempo ao turismo, descobrir novos passatempos ou fazer voluntariado. Por isto, a reforma deve ser encarada, por parte dos profissionais como um novo recomeço.

Por sua vez, o panorama das organizações pode ser outro. Ver os profissionais que conhecem a empresa a fundo sair pode ser um processo complexo, para o qual estas têm que se preparar com antecedência. É necessário que se treinem novos profissionais para ocupar as funções que vão ser abandonadas pelos membros que vão entrar na reforma. Dar a conhecer processos, clientes e formas de trabalhar pode ser fundamental para que esta transição seja facilitada e não impacte negativamente a organização. Optar por formar novos líderes e por colocar os membros que vão sair a passar conhecimento aos colegas, pode ser também uma boa estratégia, de modo a garantir que não há conhecimento que se perde, bem como que a experiência é valorizada.

Deste modo, percebemos que a entrada na reforma requer uma preparação quer para o profissional, quer para a organização que este vai abandonar. A MY CHANGE capacita neste sentido, fazendo ações junto das empresas que sensibilizam e ensinam a lidar com estes processos de mudança. Esta é uma mudança inevitável, sendo que se for preparada convenientemente não trará impactos negativos, irá sim potenciar a organização evoluir. Na intervenção feita pela MY CHANGE encorajamos a partilha de conhecimento e auxiliamos na formação de novos líderes, nunca esquecendo os profissionais que ao saírem têm de encarar esta nova fase como positiva, deixando-os com um sentimento de reconhecimento.

O encontro das Gerações Y e Z no mundo do trabalho

Uma das componentes fundamentais para o bom funcionamento de uma organização é a liderança que na mesma é praticada. Os líderes têm papeis de destaque, uma vez que se espera que influenciem e inspirem os colaboradores. Deste modo, torna-se importante que a gestão das empresas, quando procura um profissional para ocupar um papel de líder, não tenha apenas em conta perfis que vão ao encontro de um segmento, mas sim que abram o leque e percebam que as diferentes gerações que integram a empresa têm diferentes necessidades, e que é importante que essa pessoa consiga ser flexível para as colmatar a todas.

 

Efetivamente, estamos a chegar a um ponto em que as três gerações mais estudadas se vão encontrar no mercado de trabalho, fazendo com que haja uma grande diversidade de pensamento e ambições na conjuntura atual. A primeira geração de que falamos, a X (nascidos antes de 1980) já se encontra estabilizada no mercado, e por isso as suas necessidades já são bastante conhecidas, sendo que muitas destas pessoas já ocupam por si cargos de liderança. A principal questão prende-se com a geração Y (millennials, nascidos entre 1981 – 1996) e a geração Z (nascidos a partir de 1997). Estas são as duas gerações a que se tem dado mais atenção, no sentido de se perceber quais as necessidades de cada uma, e como é que o mundo corporativo, através dos líderes, pode responder às mesmas, para que os profissionais se mantenham motivados.

 

No que à geração Y diz respeito, os profissionais nasceram numa época de grande desenvolvimento tecnológico, sendo que o progresso constante e a evolução foram sempre presenças fortes ao longo do seu crescimento. Por isso, estes profissionais são naturalmente curiosos e não se movem pela estabilidade que caracteriza a geração anterior, pelo contrário: procuram novos desafios, multidisciplinaridade e inovação. A visão dos millennials sobre a liderança, por sua vez, é bastante peculiar: não se inspiram em líderes autoritários ou tradicionais, procuram cada vez mais horizontalidade, um espaço para criar e aspiram a posições com responsabilidade. Por sua vez, a geração Z nasceu já com a tecnologia implementada, espera-se que por isso tenham uma grande flexibilidade a agilidade no pensamento e que a sua maior produtividade seja em contacto com a tecnologia. Esta geração é caracterizada por uma grande preocupação com a responsabilidade social, pelo desapego pelas fronteiras geográficas (sendo cada vez mais cidadãos do mundo) e por terem necessidade de dar opiniões fortes sobre as suas crenças. Assim, procuram líderes que abram espaço para o diálogo e a mobilização.

 

Tendo este panorama em conta, na MY CHANGE percebemos que os líderes devem ter um papel adaptativo, capaz de entender e conhecer as características de cada um, ajustando-se às mesmas. Para que esta convivência inter geracional tenha sucesso, é necessário uma comunicação fluente, exigindo do líder um esforço adicional para sair da sua zona de conforto. Assim, propomo-nos a capacitar líderes para exercerem um estilo de liderança transformadora, flexível e personalizada a cada segmento de trabalhadores. O líder deve promover o diálogo e a troca de ideias entre colaboradores, para que estes possam conviver e extrair o seu máximo potencial, desenvolvendo-se enquanto profissionais e ajudando ao sucesso da organização. Por isso, a MY CHANGE será um trust advisor para os líderes que queiram manter-se na linha da frente, motivando todos os seus colaboradores.