5ª Edição Sharing MY CHANGE “Soft skills, strong changes”: O nosso tão esperado evento está a chegar!

Como já noticiamos anteriormente, este ano a MY CHANGE terá a 5ª Edição do evento anual Sharing MY CHANGE, que reúne clientes e convidados para uma manhã muito especial. Diversos canais já divulgaram a ocasião, marcada para esta sexta-feira, dia 18 de Outubro.

Tem curiosidade sobre os oradores do evento? Veja quem lá estará:

Speakers

Para conferir o que estão a falar, aceda às ligações:

https://eco.sapo.pt/2019/10/10/sharing-my-change-o-papel-das-soft-skills-na-gestao-da-mudanca/

https://inforh.pt/soft-skills-strong-changes-e-o-mote-da-5a-edicao-do-sharing-my-change/

https://hrportugal.sapo.pt/a-constante-e-a-mudanca-qual-a-variavel/

https://e-global.pt/noticia/vida/evento-em-lisboa-vai-discutir-os-desafios-e-as-oportunidades-na-area-de-gestao-de-pessoas/

https://www.minhodigital.com/news/gestao-de-pessoas-sera-tema

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#SoftSkillsStrongChanges

Capacitar para Agir

O mercado de trabalho está em constante evolução, com tecnologias e técnicas a serem produzidas a um ritmo imparável. Isto cria, nos trabalhadores, uma necessidade imensa de desenvolvimento pessoal e profissional, de forma a poderem acompanhar essas exigências. Deste modo, a capacitação é uma ferramenta chave para qualquer profissional que se queira manter ao corrente da atualidade vivida nas empresas e no mercado.

Assim sendo, o próximo passo é claro: é necessário encontrar uma forma de receber essas atualizações. A sua concretização é simples, e passa pela frequência de formações sobre as mais variadas temáticas, tendo a capacitação papel de destaque nesta aprendizagem. É sabido que podemos optar por diferentes tipos de cursos, havendo opções de longa e de curta duração. Todavia, antes de optarmos devemos fazer uma análise cuidada, para perceber não só as vantagens de cada um, mas também quais os que têm objetivos mais alinhados com o que pretendemos para nós e para o nosso caminho profissional.

Efetivamente, os cursos de longa duração são cursos tradicionalmente mais extensos, com um amplo leque de temáticas e em que os planos curriculares contemplam uma grande componente teórica. Estes cursos revelam-se bastante interessantes se estivermos a pensar investir numa formação a longo prazo, com vista à primeira entrada no mercado de trabalho em determinada área. Por outro lado, os cursos de curta duração, além de terem como característica a capacitação num menor espaço de tempo, focam-se bastante numa componente mais prática, com conteúdos mais focalizados para estender e especializar os conhecimentos dos profissionais, na área em que exercem a sua profissão, ou numa nova, se quiserem considerar a mobilidade como uma opção.

Assim, para profissionais que pretendam manter-se atualizados e obter um diferencial competitivo no seu currículo, os cursos de curta duração são uma excelente opção. Este tipo de capacitação dá inúmeras ferramentas úteis, ao nível de hard e soft skills, que permitem que, no fim do dia, os profissionais tenham uma formação mais completa e estejam mais habilitados para cumprir com certas exigências. A possibilidade rápida de aplicação faz com que estes cursos tenham um retorno a curto prazo ou imediato. A capacitação em temáticas como liderança ou gestão de projetos permitem também a possibilidade de ascensão na carreira dentro da organização onde já se atua.

Na MY CHANGE sabemos que este tipo de capacitação é importante e reconhecemos as suas vantagens para os profissionais. Deste modo, apostamos em aumentar conhecimentos, em desenvolver habilidades práticas nos profissionais que contactam connosco e em capacitar para o desenvolvimento pessoal e profissional a curto prazo.  Após estes cursos, os profissionais sentem-se mais fortes e confiantes e podem alargar o seu leque de atuação. Confiamos que as nossas capacitações ajudam as pessoas a tornar-se profissionais ainda mais completos, sendo que poderão colher frutos destas capacitações ao longo de todo o seu percurso futuro. E acreditamos, acima de tudo, no auto desenvolvimento e na mestria como importantes fatores de motivação.

Mentalidade Ágil – O que é? Como chegar lá?

A presença digital é uma constante cada vez mais evidente nas nossas vidas, nomeadamente no contexto empresarial. Com toda a digitalização a ocorrer à nossa volta, é necessário que as respostas dadas às questões que surgem, no nosso quotidiano profissional, sejam cada vez mais imediatas. Sabemos que, muitas das decisões que influenciam processos cruciais, dentro das organizações e dos projetos, são tomadas a nível dos recursos humanos. Adicionalmente, sabemos que estas decisões têm que ser tomadas da forma mais rápida e eficaz possível. Contudo, as práticas tradicionais e os modelos tradicionais de gestão não nos permitem ter essa agilidade. Por isto, um conceito que tem estado cada vez mais em voga, e que fomos buscar ao desenvolvimento de software, é o conceito de Metodologias Ágeis (Lean/Agile).

 

Efetivamente, a tecnologia em muito nos tem ajudado, e este é mais um exemplo daquilo que podemos retirar dos projetos de desenvolvimento que têm vindo a aplicar este conceito há bastante tempo. As metodologias ágeis são uma forma de gestão de projetos, muito enraizada numa forma de pensar que tem bases no conceito de agilidade. Agile visa fazer mais rápido, com interações mais curtas, com foco nas tarefas que são necessárias, otimizando tempo e recursos, fazendo a eficiência das entregas ao cliente aumentar. Estas novas abordagens têm sido trazidas para a gestão, nomeadamente para a área de recursos humanos, potenciando resultados mais rápidos e eficientes.

 

A verdade é que, para trazer a forma de pensar Agile para o quotidiano, é necessária uma mudança cultural, dando espaço para a entrada da inovação e abandonando as formas de gestão mais tradicionais. A questão que se impõem é obvia: como utilizar esta metodologia no nosso dia a dia? A resposta passa por considerar todos os benefícios que se podem ter ao adotar estas práticas, começando por uma mudança de mentalidade e comportamento, que pode ir desde um projeto, a um departamento até a toda a organização. Para implementar Agile temos que ter em conta dois focos principais. O primeiro prende-se com a melhor gestão de tarefas – há que aprender a hierarquizar, administrar melhor o tempo e fazer com que os profissionais se foquem nas tarefas mais importantes e que acrescentam mais valor ao negócio. Por sua vez, o segundo está relacionado com os objetivos, que têm que ser o mais concretos possível. Há que definir bem cada tarefa e mensurar o seu progresso ao longo do tempo, para que o final seja atingido com sucesso.

 

A MY CHANGE vê a introdução das metodologias ágeis no mindset dos gestores como uma grande mais valia. Neste sentido, sabemos que a melhor forma de conseguir chegar a um ponto em que o nosso departamento ou a nossa equipa está a “pensar” Agile é através da mudança de paradigmas. Capacitar os líderes para que estes promovam, dentro das suas equipas, mais colaboração, flexibilidade, escuta ativa, capacidade de adaptação e aceitação da mudança é fundamental para que esta transição seja conseguida com sucesso. É fundamental que se formem profissionais que aprendam a definir passos e objetivos alcançáveis e saibam priorizar – bem como a ajustar essas prioridades ao longo dos projetos. Sabemos que as mudanças precisam de ser preparadas e acompanhadas, por isso propomos-mos ser um trust advisor para todos aqueles que pretendam vir a diversificar e otimizar os seus processos, numa lógica ágil, que promova uma cultura assente na inovação, confiança, liderança pelo exemplo e desenvolvimento de pessoas cruciais para atingir os resultados desejados.

MY CHANGE e o Innovation Scoring

A MY CHANGE congratula-se por ter superado, pelo segundo ano consecutivo, o exercício de Innovation Scoring que avalia o nosso desempenho de inovação e continuar a ser membro da Rede PME Inovação COTEC.

Agradecemos aos nossos clientes e parceiros a confiança que nos depositaram e os desafios que nos lançaram, os quais, muito contribuíram para melhorar o nosso desempenho de inovação.

Inteligência Artificial e Recursos Humanos de braço dado?

Atualmente a tecnologia tem-se difundido a um ritmo frenético e invadido praticamente todos os setores. Esta é uma tendência que veio para ficar e o mundo empresarial não escapa. Todos sabemos a importância que, cada vez mais, a tecnologia tem para as empresas, sendo que abarca um grande leque de departamentos e áreas de atuação. Os recursos humanos não são exceção. Nos últimos anos, esta área tem vindo a ganhar novas tools muito úteis que facilitam o trabalho dos profissionais que nela atuam.

Efetivamente, há uma panóplia de softwares e ferramentas que se têm vindo a difundir no mercado, no entanto, não são apenas estes que se mostram úteis. Há um outro grande ramo, a nível tecnológico, que tem vindo a ganhar destaque e que se revela poderoso, falamos da Inteligência Artificial (IA). A IA tem sido um dos focos de estudo a nível do desenvolvimento tecnológico, sendo que esta procura a resolução de problemas a nível da cognição. O objetivo é construírem-se máquinas capazes de “pensar” como o cérebro humano faria, programando-as para certos padrões de “comportamentos” que resolvam determinadas questões. Duas das grandes vantagens que lhe estão associadas são a rapidez de processos, pois as tarefas ficam prontas em menos tempo, e também o facto de se conseguirem algoritmos que os humanos não conseguiriam.

A nível de gestão de pessoas, algumas das vantagens podem ser encontradas a nível do  recrutamento e seleção, levantamento de necessidades de formação, retenção de talento/ controlo da mobilidade, estudos de clima gerando dados para se fazerem ações especificas, entre outros. Para os recursos humanos pode haver inúmeros ganhos associados ao uso da IA, tais como a automatização e otimização de processos, a análise e conversão de informação para formatos mais simples para perceber quais as competências que um colaborador tem que ter para ter um bom desempenho em X organização e função, a verificação de riscos para se atingirem objetivos mais eficientemente, o uso de algoritmos para gestão das vagas em aberto com cruzamento dos requisitos das mesmas com o perfil dos candidatos e a otimização de processos de avaliação de candidatos, são alguns exemplos. Um ponto a favor é que as ferramentas não são afetados por fatores situacionais que condicionam o seu trabalho, tais como stress, mudanças de humor ou doença física.

Implementar este tipo de tecnologia acarreta grandes mudanças, sendo que é preciso uma grande preparação para saber lidar com as mesmas. A MY CHANGE acredita que as mudanças são fundamentais e estão sempre a acontecer, de tal modo que o nosso objetivo é ser um parceiro para todas as empresas que as pretendem implementar. Temos consciência que é preciso preparar e agir face à mudança e capacitamos no sentido de tornar os nossos clientes capazes de enfrentar os desafios trazidos por estes processos. Sabemos que a tecnologia está em voga e, por isso, ajudamos clientes que pretendam criar uma boa relação com a implementação destas práticas nas suas empresas, levando ao sucesso!

Que líder quer ser?

Um dos componentes chave que determina o sucesso de uma organização é a liderança. Os líderes são os responsáveis por guiar, inspirar e levar as equipas à ação. A liderança é uma temática importante pois esta condiciona a eficiência da empresa, a qualidade dos resultados obtidos e também a forma como as pessoas crescem e se desenvolvem enquanto profissionais. Sabemos que há mais do que um estilo de liderança, sendo um grande desafio para o líder ter um perfil que responda às necessidades e exigências da organização e do mercado onde atua. Vimos hoje debruçar-nos sobre dois destes estilos, bem como as consequências que os mesmos têm nos resultados e no desenvolvimento dos liderados.

Efetivamente, se olharmos com atenção, detetamos algumas situações em que a chefia se impõe pelo medo, dando recompensas e punições de forma aleatória, fazendo isto na procura de reconhecimento do seu poder e imposição da sua posição. Aqui, o objetivo é que os colaboradores reconheçam o cargo superior e ajam em conformidade com isso. Este tipo de chefes não está preocupado com as motivações da sua equipa nem com o desenvolvimento dos profissionais que tem sob sua alçada, apenas visa a sua autoimagem, o seu bem-estar e reconhecimento. Neste sentido também não é carismático nem inspirador. Este tipo de chefia não demonstra ser eficaz uma vez que os subordinados não se sentem inseridos num ambiente onde podem desenvolver-se enquanto profissionais, não sentem consideração individualizada nem estimulação intelectual no trabalho, por isto não se sentem inspirados. As consequências para estas equipas são a produtividade diminuída e elevadas taxas de turnover, uma vez que as pessoas não se sentem estimuladas a produzir nem se sentem bem na organização.

Por outro lado, se olharmos para outras organizações, conseguimos identificar outro tipo de líderes, os que agem de forma oposta ao mencionado acima. Estes são os líderes que procuram a realização, procuram fomentar um ambiente onde as pessoas sintam que têm espaço para crescer enquanto pessoas e profissionais. Nestes ambientes, os colaboradores sabem que têm espaço para progredir adequadamente na carreira, pois os líderes demonstram preocupação com as suas motivações e consideração por cada um dos seus liderados. Estes líderes são carismáticos, promovendo uma visão, sentido de missão e estimulando o orgulho na organização. Procuram também gerir as expectativas e alinhá-las com a realidade da empresa, promovendo inteligência e racionalidade na gestão das mesmas. Conseguem unir dois mundos, um onde fazem incentivo aos resultados e ao cumprimento das metas, ao mesmo tempo em que noutro dão atenção pessoal, acompanham e aconselham. Um líder por realização vê a liderança como uma possibilidade de desenvolver as suas pessoas, de formar uma equipa coesa e deixar um legado na mesma. Tudo isto traz, em semelhança ao caso anterior, consequências para as pessoas e organização, sendo que neste caso, o que acontece são aumentos exponenciais na produtividade e uma taxa de retenção de talento elevada, uma vez que as pessoas se sentem bem na organização e com a sua realização de carreira.

Na MY CHANGE reconhecemos a importância que os líderes têm na organização e acreditamos que uma liderança adaptada à realidade de cada empresa é a melhor solução para se atingirem os resultados pretendidos e para as pessoas se sentirem bem e estimuladas. Deste modo, oferecemos capacitações adaptadas a cada cliente, consoante a tipologia de liderança que a empresa procura. Orientamos novas empresas na busca pelo estilo de liderança mais adequado para a sua realidade e ajudamos empresas já consolidadas a viver novos momentos de mudança e transformação. Prestamos um acompanhamento personalizado, sendo que o sucesso do cliente é a prioridade para nós, uma vez que acreditamos em sucessos e crescimento conjunto!

Férias de Verão: Já escolheu a sua leitura?

Os meses de férias estão aí e com eles vem a merecida pausa no trabalho que todos apreciamos. O verão costuma ser um período ideal para quebrarmos um pouco as nossas rotinas, relaxar e tirar um tempo para hobbies, fazendo o que mais gostamos, como por exemplo, colocar a leitura em dia. Seja em noites mais calmas, na piscina, na praia, ou apenas na esplanada, disfrute destes bons momentos para ler aquele livro que há muito estava em espera.

Se não tem uma lista literária, poupe o tempo para planear as férias, porque a MY CHANGE trata do resto (no que a conteúdo literário diz respeito). Fizemos uma seleção de 10 obras variadas, que, mesmo estando em férias, o podem ajudar a aperfeiçoar as suas soft skills, ao mesmo tempo que se diverte a ler. Temas como liderança, inteligência emocional, empowerment e gestão eficaz estão na nossa lista e certamente irão agradar a todos! Deixamos abaixo as sugestões de leitura da MY CHANGE para que o seu verão seja pleno!

1 – “Inteligência emocional” – Daniel Goleman

2 – “O gestor eficaz” – Peter F. Drucker

3 – “Os 7 hábitos das pessoas altamente eficazes” – John Maxwell

4 – “ Good To great; Empresas feitas para vencer” – Jim Collins

5 – “Trillion Dollar Coach: The Leadership Playbook of Silicon Valley’s Bill Campbell” – Alan Eagle, Eric Schmidt & Jonathan Rosenberg

6 – “10 Things Employers Expect Their Employees to Know: A Soft Skills Training Workbook” – Frederick H. Wentz

7 – “The making of a manager” – Julie Zhuo

8 – “Be Fearless” –  Jean Case

9 – “Why Do So Many Incompetent Men Become Leaders?” – Tomas Chamorro-Premuzic

10 – “Nine Lies About Work” – Marcus Buckingham & Ashley Goodall

Boas férias e boa leitura!

Será que escutamos bem?

Todos sabemos que parte da receita para o sucesso de uma organização está nas suas pessoas, sendo que a comunicação que existe entre as mesmas é algo fundamental para o entendimento e estabelecimento de boas relações no trabalho. Para a comunicação ser efetiva é importante ter em atenção não apenas quem transmite a mensagem, mas também quem a recebe. Muitas vezes, caímos no erro de acreditar que a responsabilidade, quando existem falhas de comunicação, está apenas do lado de quem fala, porque nos parece óbvio que quem ouve deva prestar atenção ao que lhe transmitem. No entanto, a verdade é que grande parte da informação passada numa conversa não chega corretamente ou é mal interpretada pelo ouvinte. Deste modo, uma das ferramentas que deve ser usada, enquanto técnica de comunicação, e que se revela bastante eficaz para contornar estas questões, é a escuta ativa.

Efetivamente, a escuta ativa revela-se um poderoso ingrediente da comunicação, sendo que esta se caracteriza pela existência de abertura para com o outro durante o diálogo, pela atenção plena e por tentar entender com respeito o que a outra pessoa diz. Podemos mostrar a nossa compreensão através de uma escuta ativa que seja empática, estando atentos e pegando nas ideias dos outros para expor o nosso próprio ponto de vista, tal vai permitir que cheguemos ao fim da conversa com um grau de acordo maior do que quando não estabelecemos esta ponte de diálogo. Devemos escutar usando habilidades de inteligência emocional, mostrando interesse pelo que o outro diz, preferencialmente sem passar uma ideia de julgamento face ao que está a ser transmitido, seja algo de cariz mais utilitário ou mais emocional. Uma outra componente que pode – e deve – estar presente é a compreensão da linguagem corporal. Há sinais de comunicação não verbal que nos podem ajudar bastante a compreender o que está a ser transmitido. Devemos manter contacto visual com a pessoa, estando atentos aos seus gestos e expressões, que nos podem dizer muito mais sobre a mensagem do que imaginamos.

Usando estas dicas, sabemos que quando conseguimos praticar uma escuta ativa trazemos inúmeros benefícios para as nossas interações, não só a nível pessoal, mas também no trabalho. Também no ambiente organizacional é importante que haja uma promoção das boas relações interpessoais, quer seja com colegas, chefias ou clientes, e ser capaz de ouvir é uma das chaves para o conseguir. Praticando uma escuta ativa irá desenvolver-se uma componente de empatia entre as pessoas, o que gera mais confiança entre as mesmas, pois estas tendem a sentir-se compreendidas pelo outro. Iremos também assistir a uma diminuição dos conflitos organizacionais, uma vez que há mais informação a ser partilhada de forma apropriada, levando as pessoas a sentirem-se mais seguras e estimuladas para trabalhar em equipa.

A MY CHANGE reconhece o papel central que a escuta ativa assume na comunicação e nas interações. Sabemos que esta é uma das técnicas de comunicação a que se deve prestar mais atenção. Os líderes devem promover que as suas equipas aprendem a usar esta ferramenta, para que todos escutem devidamente os outros, e devem eles próprios pô-la em prática, mostrando-se recetivos a ouvir as preocupações e opiniões dos outros, e mostrando que vão agir sobre isso. Na MY CHANGE aplicamos esta técnica no nosso dia a dia de trabalho, quer internamente, quer na relação com clientes. Por isto, temos profissionais treinados para ensinar a pô-la em prática da melhor forma, sendo o parceiro ideal para quem quer introduzir a escuta ativa na sua vida!

Soft Skills, Strong Changes: Vem aí o 5º SHARING MY CHANGE!

A temática da gestão do desempenho e do desenvolvimento de competências dos colaboradores nas organizações tem vindo a alterar-se nos últimos anos. Anteriormente as hard skills eram fundamentais, mas o paradigma mudou e atualmente somos invadidos por gigabytes de informação que facilitam o desenvolvimento deste tipo de competências. Agora é necessário algo distinto, que mantenha as pessoas em linha com as exigências do mundo em que vivemos e trabalhamos e que facilite a, cada vez mais necessária, interação com os outros – e aí entram, com toda a oportunidade, as soft skills.

É com o mote “Soft Skills, Strong Changes” que a MY CHANGE irá realizar o seu evento anual, o SHARING MY CHANGE. A tónica estará, como sempre, na partilha de experiências de transformação por parte de gestores de topo, mas desta vez serão destacadas as histórias em que as soft skills tenham sido ingrediente fundamental.

O facto de ser já a 5ª edição deste evento significa que existe em Portugal uma verdadeira comunidade de change makers, que convive naturalmente com a mudança e que procura explorar os seus impactos mais positivos. Se este tema é do seu interesse, esteja atento, pois iremos partilhar, com entusiasmo, as reflexões e emoções suscitadas no SHARING MY CHANGE.

MODELO DOS 12 PASSOS MY CHANGE: PORQUÊ e PARA QUÊ

Na MY CHANGE consideramos as oportunidades ligadas às mudanças como uma constante no nosso ângulo de visão, pois temos plena consciência de que o mundo em que vivemos não é estático, e que só quem acompanha essa evolução com uma visão construtiva e positiva se pode manter na linha da frente dos negócios. Gostamos de o fazer internamente, mas temos um gosto ainda mais especial por ajudar a gerir a mudança à nossa volta. O nosso propósito, enquanto empresa consultora especialista, é ser um parceiro de confiança para todos os nossos clientes que queiram implementar uma mudança na sua organização. Temos plena consciência de que mudar não é fácil, de que pode ser difícil definir uma visão e um caminho por onde seguir, de que podem surgir adversidades ou resistências à mudança, mas é nesse sentido que nos posicionamos. Com os anos de experiência e a excelência na utilização de metodologias que nos é reconhecida, temos capacidade para ter sucesso, levando consequentemente o cliente também ao sucesso.

A nossa experiência e conhecimento de múltiplos setores de atividade fez-nos desenvolver um modelo que é a base para todas as nossas intervenções, que intitulámos de “Modelo dos 12 Passos”. Tomámos em consideração o que alguns gurus, nomeadamente Kotter e Lewin, tinham proposto e, em cima, colocámos as lições aprendidas ao longo de 25 anos. Quando intervimos com base no Modelo dos 12 passos, fazemo-lo de forma costumizada e sempre com o enquadramento cultural, estádio de evolução e prioridades estratégicas de cada organização. E, sobretudo, propomo-nos fazer a gestão da mudança “com” as pessoas da organização e não “para” e muito menos “contra” as pessoas da organização.

De forma resumida, o Modelo conta com 3 fases, dentro das quais há passos que se recomenda seguir para se atingir os objetivos. Dentro da fase 1, em descongelar, identificamos a mudança que está em causa e ajudamos a definir as suas metas. Em seguida realçamos os contornos da mudança e criamos um ambiente facilitador para a mesma, reforçando o sentido de urgência e ajudando a criar uma visão. Por fim, ainda dentro desta fase, preparamos a mudança derrubando as barreiras do ceticismo, ou seja, trabalhamos sobre a cultura, as crenças e as resistências que são mais relevantes para a mudança em causa. Seguidamente, passamos para a fase 2, relativa ao mudar. Dentro desta fase encontramos o planeamento da mudança, em que deve procurar envolver e capacitar a organização. As mudanças mais bem-sucedidas são aquelas em que houve o cuidado de comunicar e de desenvolver as competências necessárias nos atores chave. O segundo ponto desta fase é implementar a mudança, consolidando os ganhos e mantendo a mesma em movimento. A última fase, consolidar, é a que acaba por sustentar a mudança, ancorando a nova cultura como forma de estar. Por fim, e porque prezamos o reconhecimento em tudo o que fazemos, devemos celebrar a mudança, criando assim uma memória positiva para o futuro.

Na MY CHANGE focamo-nos nas pessoas como atores fundamentais para implementar as mudanças. Por isso, integramos os indivíduos, as equipas e a organização no seu todo nestes processos. Acreditamos que para uma mudança ser eficaz é fundamental o alinhamento, mobilização e envolvimento de todos os atores organizacionais, sendo que para nós é possível humanizar as transformações, estimulando a compreensão e apropriação da mudança, levando-a a ser bem-sucedida. É desta forma que nos apresentamos e nos comprometemos a entregar os melhores resultados a quem em nós confia!