CELEBRAR AS CONQUISTAS DE 2021

No passado dia 16 de Fevereiro, a equipa MY CHANGE juntou-se num passeio de barco para celebrar todas as conquistas de 2021, mas também para «continuar a desafiar, cada um dos membros da sua equipa, a descobrirem o que 2022 lhes pode trazer. Foi um momento de partilha, de conhecimento, de união e de alinhamento com os objectivos da empresa», garantiu a partner Maria João Martins .

 

«Acreditamos que investir neste tipo de actividades é a chave para impulsionar a cultura da empresa, a cooperação e a colaboração entre a equipa. Melhora a comunicação, a resolução de problemas, aumenta o conhecimento dos pontos fortes e fracos característicos de cada membro, que se irão traduzir numa maior satisfação, motivação e produtividade dentro da empresa. Não só é um dia para criar memórias, como para carregar baterias e revigorar o lado criativo e inovador de cada um», acrescentou.

A MY CHANGE é uma empresa que actua na área da gestão da mudança, através do alinhamento estratégico da dimensão humana de cada organização.

 

In: https://hrportugal.sapo.pt/para-celebrar-as-conquistas-de-2021-empresa-especializada-em-gestao-da-mudanca-leva-equipa-em-passeio-de-barco/

“AS PESSOAS SÃO O BEM MAIS PRECIOSO DAS ORGANIZAÇÕES”

“As pessoas são o bem mais precioso das organizações” é o título da entrevista na revista Valor Magazine do sábado 19 de março de 2022.

 

“Mariana Pinto Coelho é manager na MY CHANGE, uma consultora especializada em gestão da mudança e com um grande foco na Humanização das Organizações. A pandemia criou novos modelos de trabalho e desafiou as empresas a mudar, o que tem vindo a suceder. A MY CHANGE acompanha-as ao longo deste processo, para garantir que tudo decorre com a máxima suavidade e entusiasmo possível.”

 

Leia a entrevista na íntegra aqui: https://www.valormagazine.pt/as-pessoas-sao-o-bem-mais-precioso-das-organizacoes/

Soft Skills: uma procura crescente no mercado de trabalho

Na realidade em que estamos inseridos, o mercado de trabalho está em constante mudança. Sabemos que é cada vais mais dinâmico, exigente e seletivo. Por este motivo, já não faz sentido, quando pensamos em profissionais competentes, pensarmos só naqueles que têm sólidas hard skills (competências técnicas). Na verdade, é cada vez mais importante que os profissionais sejam completos e tenham algo diferenciador que os mantenha alinhados com a exigência do meio onde se encontram. É nesta linha que surge a importância das soft skills, que remetem para a forma como as pessoas interagem com os outros, bem como para o modo como encaram diversas temáticas no seu contexto de trabalho. Na verdade, muitas vezes, é através das soft skills que se identificam os melhores profissionais e aqueles que terão maior sucesso no mercado.

O tema da importância das soft skills já não é uma novidade, muitas organizações já as procuram nos seus processos de recrutamento há algum tempo. O que é novo é que com o passar dos anos, e com as mudanças a que o mercado está sujeito, as soft skills que as empresas procuram vão também mudando. O tempo em que ser pontual, organizado e disciplinado eram os tópicos mais valorizados já não existe. As soft skills do século XXI apontam para uma nova direção. Neste momento, as empresas procuram profissionais capazes de se adaptar e de fazer uma eficiente leitura quer das relações interpessoais quer das temáticas laborais.

Assim, no meio de várias outras, podemos apontar a inteligência emocional, a empatia, a capacidade de liderança, a gestão de stress e a capacidade de se ter uma visão critica como as soft skills que têm vindo a ganhar mais destaque. No que há inteligência emocional e à empatia diz respeito, estas ganham especial relevância uma vez que ser capaz de identificar e gerir as nossas próprias emoções, de perceber como a nossa forma de ser funciona em determinadas situações, bem como de se entender as necessidades do outro (sejam estes colegas ou clientes) é fundamental para o bom ambiente e sucesso do trabalho. Todos estes aspetos nos colocam como profissionais capazes de perceber como agir no contexto relacional do trabalho. Por sua vez, a capacidade de liderança é fundamental, não apenas para posições de chefia, mas para todos os profissionais, uma vez que é sempre importante saber delegar, gerir recursos de diferentes tipos, e despertar a motivação nas pessoas à nossa volta. Quanto à gestão de stress, esta ganha destaque nos cenários que hoje compõem o meio corporativo. Estes exigem sangue frio, pensamento lógico e rapidez para resolver as crises que advém dos desafios do meio. E mecanismos próprios de resiliência para que não se entre em exaustão emocional. Por fim, a capacidade de ter uma visão critica é fundamental quando se enquadram novos profissionais em equipas de alta performance, desejando-se que venham questionar paradigmas já existentes, com o objetivo de desenvolver soluções inovadoras e adequadas ao mercado frenético que nos rodeia.

Na MY CHANGE reconhecemos a importância das soft skills e sabemos que a descoberta e valorização de novas soft skills acompanha o crescimento do mercado. Acreditamos que estas capacidades não são necessariamente inatas e que em todos os profissionais há margem de progressão e crescimento para as aprenderem. Acreditamos que com a capacitação certa e com as ferramentas adequadas os profissionais que a nós recorrerem ganharão valor, podendo depois imprimi-lo no dia a dia do seu contexto. Trabalhamos com rigor e excelência para passar conhecimento através das nossas ações, de forma a que os nossos clientes vejam, em si e nos seus colaboradores, o impacto das nossas intervenções impresso nos resultados das suas organizações.

Coaching e Mentoring: duas ferramentas poderosas. O que as distingue?

Nos dias que correm, a preocupação com o desenvolvimento pessoal tem vindo crescer. A verdade é que as pessoas tendem a ter cada vez mais foco na evolução da sua carreira e da sua vida pessoal, procurando mecanismos que lhes permitam desenvolverem-se, progredir e contornar a estagnação que muitas vezes acompanha o passar do tempo. Efetivamente, têm surgido cada vez mais ferramentas de desenvolvimento pessoal às quais podemos aceder, sendo que as que têm vindo a ganhar mais destaque são o coaching e o mentoring, pelas suas características.

O coaching trabalha o estado atual onde a pessoa se encontra, ajudando a traçar objetivos que permitem chegar a um estado desejado. Uma das características do coaching é que o coach desafia constantemente o coachee a sair da sua zona de conforto, permitindo que este aceda a novos desafios de forma constante. Através desta ferramenta são proporcionados momentos de reflexão e responsabilização que levam o coachee a aperceber-se que podemos controlar grande parte daquilo que nos acontece e que é nesse controlo que nos devemos focar. Assim, o papel do coach é fazer as perguntas certas e deixar que o coachee chegue às respostas que lhe fazem mais sentido. Como consequência, e com maior consciência sobre nós e o que queremos atingir, o coaching irá maximizar os nossos resultados, pessoal e profissionalmente.

Por sua vez, o mentoring é mais focado na vida profissional e no desenvolvimento de carreira. Sendo que o mentor é alguém com mais experiência numa determinada área, que acaba por partilhar a sua experiência e por direcionar (direta ou indiretamente) o comportamento dos mais jovens. Assim, consoante a fase da nossa vida e os objetivos que queremos atingir, podemos optar por usar individualmente uma destas ferramentas ou, caso faça sentido, as duas em conjunto.

Na MY CHANGE focamo-nos em pessoas e acreditamos que o desenvolvimento, em qualquer aspeto da vida, é fundamental. Deste modo, usamos o coaching como forma de fortalecer os profissionais que a nós recorrem, auxiliando-os a atingir as metas a que se propõem. Cada vez mais, nas empresas é necessário haver uma aposta para maximizar o potencial das pessoas, sendo que esta ferramenta se torna poderosa para o crescimento individual e consequentemente para o crescimento das organizações em que as pessoas se inserem. Apostar neste crescimento permite que as pessoas atinjam um nível superior de satisfação, pois sentem-se responsáveis pelos resultados que atingem e consciencializam-se que têm um contributo fundamental para o meio onde se inserem. Na MY CHANGE auxiliamos também as empresas que pretendem ter programas de mentoring que permitam aos seus colaboradores partilharem experiências e guiarem colaboradores, tirando partido da intergeracionalidade. Assim, assumimos a responsabilidade de apoiar os nossos clientes neste caminho, rumo à obtenção dos melhores resultados, quer pessoais, quer profissionais.

Ser Responsável na Gestão da Mudança

O artigo, escrito pela Maria João Martins, sócia da MY CHANGE, fala sobre a a atitude que devemos adotar em processos de mudança. Veja o conteúdo, ao qual pode aceder também nesta hiperligação.

“Para transformar o mundo, seja o das Organizações em que nos movemos, ou de forma mais micro, o das nossas equipas e missões, é fundamental ter uma atitude responsável.

O Mundo à nossa volta é, também, aquilo que quisermos que seja.  E para isso é importante assumir uma voz interior que nos diz que podemos fazer a diferença.

Nas transformações reativas ou proativas, assistimos a diferentes posicionamentos que naturalmente impactam os resultados.

Estes são sempre diferentes, consoante o sentimento e a atitude para participar de modo responsável numa onda de mudança que se deseja positiva.

Um mero Observador, achará que mudar não é para si e sim para os outros, ficando a olhar de testa franzida, vendo a terrível mudança epidermicamente fora de si e pensará «Eles que mudem», «Eles que façam», «Isto não é para mim», «Já fiz o que tinha a fazer, agora que avancem outros», «Tudo vai ficar na mesma, para quê mudar?».

A outro nível poderemos encontrar os Atores da mudança, aqueles que convidamos a participar na alteração das coisas e que se deixam envolver e embarcar por uma visão de que existem estádios novos e diferentes a alcançar, que certamente são uma vantagem.

Não percebendo totalmente que vantagem é essa, deixam-se levar pela onda que sentem à sua volta, avançam, mas não deixam afluir dentro de si o capital emocional que é tão fertilizante de tantas potenciais conquistas e pensarão «Se querem que eu mude, eu mudo, mas não sei onde isto vai parar».

Uma atitude mais responsável percebemos nos Autores da mudança, aqueles que ficam criadores da própria história de transformação, que acreditam e sentem, que podem fazer a diferença, que se revelam como exemplos de energia inventiva, inspirando e mobilizando os outros, arriscando novos caminhos e soluções, na esperança de chegar a um novo paradigma.

Revelam muitas vezes a humildade para abandonar velhas praticas e crenças, para dar espaço à nova forma das coisas e reaprender continuamente.

Fazem as perguntas certas, com a liberdade e responsabilidade que sentem serem suas de propor, influenciar e assim escrever novas páginas na sua Organização, na sua Equipa ou mesmo na sua vida.

Devemos sentir-nos abençoados por respirarmos o mesmo ar destes agentes e facilitadores da mudança.

São eles que, com muita curiosidade pelo novo, nos permitem sonhar com o ensinamento  que Gandhi nos deixou: «Que somos a mudança que queremos ver no mundo»!”

Maria João Martins
Partner MY CHANGE

O encontro das Gerações Y e Z no mundo do trabalho

Uma das componentes fundamentais para o bom funcionamento de uma organização é a liderança que na mesma é praticada. Os líderes têm papeis de destaque, uma vez que se espera que influenciem e inspirem os colaboradores. Deste modo, torna-se importante que a gestão das empresas, quando procura um profissional para ocupar um papel de líder, não tenha apenas em conta perfis que vão ao encontro de um segmento, mas sim que abram o leque e percebam que as diferentes gerações que integram a empresa têm diferentes necessidades, e que é importante que essa pessoa consiga ser flexível para as colmatar a todas.

 

Efetivamente, estamos a chegar a um ponto em que as três gerações mais estudadas se vão encontrar no mercado de trabalho, fazendo com que haja uma grande diversidade de pensamento e ambições na conjuntura atual. A primeira geração de que falamos, a X (nascidos antes de 1980) já se encontra estabilizada no mercado, e por isso as suas necessidades já são bastante conhecidas, sendo que muitas destas pessoas já ocupam por si cargos de liderança. A principal questão prende-se com a geração Y (millennials, nascidos entre 1981 – 1996) e a geração Z (nascidos a partir de 1997). Estas são as duas gerações a que se tem dado mais atenção, no sentido de se perceber quais as necessidades de cada uma, e como é que o mundo corporativo, através dos líderes, pode responder às mesmas, para que os profissionais se mantenham motivados.

 

No que à geração Y diz respeito, os profissionais nasceram numa época de grande desenvolvimento tecnológico, sendo que o progresso constante e a evolução foram sempre presenças fortes ao longo do seu crescimento. Por isso, estes profissionais são naturalmente curiosos e não se movem pela estabilidade que caracteriza a geração anterior, pelo contrário: procuram novos desafios, multidisciplinaridade e inovação. A visão dos millennials sobre a liderança, por sua vez, é bastante peculiar: não se inspiram em líderes autoritários ou tradicionais, procuram cada vez mais horizontalidade, um espaço para criar e aspiram a posições com responsabilidade. Por sua vez, a geração Z nasceu já com a tecnologia implementada, espera-se que por isso tenham uma grande flexibilidade a agilidade no pensamento e que a sua maior produtividade seja em contacto com a tecnologia. Esta geração é caracterizada por uma grande preocupação com a responsabilidade social, pelo desapego pelas fronteiras geográficas (sendo cada vez mais cidadãos do mundo) e por terem necessidade de dar opiniões fortes sobre as suas crenças. Assim, procuram líderes que abram espaço para o diálogo e a mobilização.

 

Tendo este panorama em conta, na MY CHANGE percebemos que os líderes devem ter um papel adaptativo, capaz de entender e conhecer as características de cada um, ajustando-se às mesmas. Para que esta convivência inter geracional tenha sucesso, é necessário uma comunicação fluente, exigindo do líder um esforço adicional para sair da sua zona de conforto. Assim, propomo-nos a capacitar líderes para exercerem um estilo de liderança transformadora, flexível e personalizada a cada segmento de trabalhadores. O líder deve promover o diálogo e a troca de ideias entre colaboradores, para que estes possam conviver e extrair o seu máximo potencial, desenvolvendo-se enquanto profissionais e ajudando ao sucesso da organização. Por isso, a MY CHANGE será um trust advisor para os líderes que queiram manter-se na linha da frente, motivando todos os seus colaboradores.

Capacitar para Agir

O mercado de trabalho está em constante evolução, com tecnologias e técnicas a serem produzidas a um ritmo imparável. Isto cria, nos trabalhadores, uma necessidade imensa de desenvolvimento pessoal e profissional, de forma a poderem acompanhar essas exigências. Deste modo, a capacitação é uma ferramenta chave para qualquer profissional que se queira manter ao corrente da atualidade vivida nas empresas e no mercado.

Assim sendo, o próximo passo é claro: é necessário encontrar uma forma de receber essas atualizações. A sua concretização é simples, e passa pela frequência de formações sobre as mais variadas temáticas, tendo a capacitação papel de destaque nesta aprendizagem. É sabido que podemos optar por diferentes tipos de cursos, havendo opções de longa e de curta duração. Todavia, antes de optarmos devemos fazer uma análise cuidada, para perceber não só as vantagens de cada um, mas também quais os que têm objetivos mais alinhados com o que pretendemos para nós e para o nosso caminho profissional.

Efetivamente, os cursos de longa duração são cursos tradicionalmente mais extensos, com um amplo leque de temáticas e em que os planos curriculares contemplam uma grande componente teórica. Estes cursos revelam-se bastante interessantes se estivermos a pensar investir numa formação a longo prazo, com vista à primeira entrada no mercado de trabalho em determinada área. Por outro lado, os cursos de curta duração, além de terem como característica a capacitação num menor espaço de tempo, focam-se bastante numa componente mais prática, com conteúdos mais focalizados para estender e especializar os conhecimentos dos profissionais, na área em que exercem a sua profissão, ou numa nova, se quiserem considerar a mobilidade como uma opção.

Assim, para profissionais que pretendam manter-se atualizados e obter um diferencial competitivo no seu currículo, os cursos de curta duração são uma excelente opção. Este tipo de capacitação dá inúmeras ferramentas úteis, ao nível de hard e soft skills, que permitem que, no fim do dia, os profissionais tenham uma formação mais completa e estejam mais habilitados para cumprir com certas exigências. A possibilidade rápida de aplicação faz com que estes cursos tenham um retorno a curto prazo ou imediato. A capacitação em temáticas como liderança ou gestão de projetos permitem também a possibilidade de ascensão na carreira dentro da organização onde já se atua.

Na MY CHANGE sabemos que este tipo de capacitação é importante e reconhecemos as suas vantagens para os profissionais. Deste modo, apostamos em aumentar conhecimentos, em desenvolver habilidades práticas nos profissionais que contactam connosco e em capacitar para o desenvolvimento pessoal e profissional a curto prazo.  Após estes cursos, os profissionais sentem-se mais fortes e confiantes e podem alargar o seu leque de atuação. Confiamos que as nossas capacitações ajudam as pessoas a tornar-se profissionais ainda mais completos, sendo que poderão colher frutos destas capacitações ao longo de todo o seu percurso futuro. E acreditamos, acima de tudo, no auto desenvolvimento e na mestria como importantes fatores de motivação.

Férias de Verão: Já escolheu a sua leitura?

Os meses de férias estão aí e com eles vem a merecida pausa no trabalho que todos apreciamos. O verão costuma ser um período ideal para quebrarmos um pouco as nossas rotinas, relaxar e tirar um tempo para hobbies, fazendo o que mais gostamos, como por exemplo, colocar a leitura em dia. Seja em noites mais calmas, na piscina, na praia, ou apenas na esplanada, disfrute destes bons momentos para ler aquele livro que há muito estava em espera.

Se não tem uma lista literária, poupe o tempo para planear as férias, porque a MY CHANGE trata do resto (no que a conteúdo literário diz respeito). Fizemos uma seleção de 10 obras variadas, que, mesmo estando em férias, o podem ajudar a aperfeiçoar as suas soft skills, ao mesmo tempo que se diverte a ler. Temas como liderança, inteligência emocional, empowerment e gestão eficaz estão na nossa lista e certamente irão agradar a todos! Deixamos abaixo as sugestões de leitura da MY CHANGE para que o seu verão seja pleno!

1 – “Inteligência emocional” – Daniel Goleman

2 – “O gestor eficaz” – Peter F. Drucker

3 – “Os 7 hábitos das pessoas altamente eficazes” – John Maxwell

4 – “ Good To great; Empresas feitas para vencer” – Jim Collins

5 – “Trillion Dollar Coach: The Leadership Playbook of Silicon Valley’s Bill Campbell” – Alan Eagle, Eric Schmidt & Jonathan Rosenberg

6 – “10 Things Employers Expect Their Employees to Know: A Soft Skills Training Workbook” – Frederick H. Wentz

7 – “The making of a manager” – Julie Zhuo

8 – “Be Fearless” –  Jean Case

9 – “Why Do So Many Incompetent Men Become Leaders?” – Tomas Chamorro-Premuzic

10 – “Nine Lies About Work” – Marcus Buckingham & Ashley Goodall

Boas férias e boa leitura!

A Importância do Contrato Psicológico no sucesso da sua Organização

Uma das relações mais importantes e a que dá o mote para o sucesso de uma empresa é aquela que se estabelece entre empregador e colaborador. Nem sempre esta relação foi como a conhecemos hoje, por exemplo, aquando a revolução industrial, o empregado era visto apenas como uma máquina e um meio para se atingir um fim, sendo a única expectativa deste, face ao seu empregador, receber um salário. Nos dias de hoje, com o atual modelo económico e social, a relação e expectativas mútuas alteraram-se completamente. Neste contexto é importante que haja algo a regular esta relação, surgindo o contrato psicológico.

Na literatura sobre comportamento organizacional encontramos inúmeras definições para o termo contrato psicológico, sendo a de Rousseau (1995) a que é aceite de forma mais unanime. Diz que o contrato psicológico é o conjunto de crenças que colaborador e empregador têm um sobre o outro, i.e., as expectativas mútuas sobre a relação estabelecida entre ambos e sobre o que cada um irá conseguir desta relação.

Muitos tendem a negligenciar a importância que o contrato psicológico pode ter, assumindo que o contrato formal de trabalho é suficiente para alinhar expectativas e regular a relação. No entanto o contrato formal de trabalho deixa lacunas que permitem uma interpretação subjetiva de alguns assuntos, sendo aqui (e no processo existente antes da assinatura do mesmo) que o contrato psicológico ganha especial relevância. Este começa a desenhar-se a partir do momento que o colaborador vem para a empresa e ouve as opiniões dos colegas, vê a relação da empresa para com clientes, vê publicações de marketing da empresa, vê o sistema de incentivos, entre outas questões. A perceção sobre este contrato é fundamental para o bem-estar do colaborador e para que este se sinta motivado a ficar e a dar o melhor de si à empresa. As trocas devem ser feitas não apenas a nível monetário e de recompensas tangíveis (contrato psicológico transacional), mas também a nível social e emocional. Entramos, então, no campo do contrato psicológico relacional. Neste perceciona-se lealdade, a estabilidade no emprego e o compromisso para com a organização, uma vez que esta dá ao colaborador aquilo que ele espera, como por exemplo, formação e planos de desenvolvimento de carreira. Neste tipo de contrato há vontade, flexibilidade e abertura para que haja alterações à medida que a relação se consolida, dando ao colaborador a ideia de que pode crescer, se assim o desejar. Favorecem-se também os laços entre colaboradores, que podem ser fundamentais para o trabalho em equipa.

A forma como o contrato psicológico é visto pelos empregadores – aquilo que estes esperam dos seus colaboradores e o que lhes pretendem dar – é muito influenciado pelo tipo de cultura vivido na organização. Culturas onde a componente do apoio e/ou da inovação estão mais presentes têm mais facilidade em ter contratos psicológicos relacionais a mediar as relações estabelecidas.

A MY CHANGE percebe a importância que os contratos psicológicos relacionais têm para o bom funcionamento das empresas, reconhecendo que os mesmos são fundamentais para alinhar expectativas entre as partes (passo fundamental para se atingir o sucesso). Além de trabalharmos conjuntamente com as empresas a questão da cultura organizacional, temos também metodologias que podem facilitar o entendimento desta temática, ajudando a estabelecê-la e enraizá-la melhor nas organizações. Seremos, assim, um parceiro experiente e de confiança para clientes que pretendam ativar ou reforçar os contratos psicológicos com os seus colaboradores.

A importância das soft skills

O paradigma da gestão tem vindo a alterar-se nas últimas décadas. Aquilo que era considerado o mais fundamental há uns anos – hard skills ou conhecimentos técnicos – não é, atualmente, visto como suficiente, sendo necessário algo diferenciador e que mantenha as pessoas em linha com as exigências do mercado competitivo atual. É nesta ótica que somos remetidos para a consciencialização de que o desenvolvimento pessoal e das soft skills individuais é algo cada vez mais crucial.

As soft skills são competências comportamentais, que remetem para a forma como as pessoas interagem/se relacionam com as outras e para a forma como agem face a certas temáticas e encaram o trabalho. Estas podem parecer menos relevantes, mas no fundo são aquelas que, muitas vezes, permitem distinguir os melhores profissionais. Se X trabalhadores de uma empresa tiverem a mesma formação técnica e o mesmo nível de qualificação, há que haver algo mais que os diferencie, sendo as soft skills a chave para o fazer.

As mudanças que ocorrem atualmente nas empresas, a uma velocidade cada vez maior, são muitas vezes geradoras de incertezas e ambiguidade, levando a que haja uma maior complexidade nos contextos em que as pessoas têm que trabalhar. Assim, soft skills como adaptação, resiliência e flexibilidade tornam-se imperativas. Os líderes e colaboradores que forem capazes de as demonstrar serão, certamente, aqueles mais capacitados para resolver problemas e aqueles que são vistos como mais competentes e merecedores de recompensas. Há muitos mais exemplos de sotf skills que podemos mencionar, e que têm a sua relevância justificada quase intuitivamente. As mais debatidas são:  empatia, boa comunicação, liderança, motivação, trabalho em equipa e organização e gestão de tempo.

Há uma tendência para assumir que as soft skills mencionadas anteriormente estão apenas ligadas aos traços de personalidade dos indivíduos e que, por isso, são habilidades inatas. Contudo, há vários estudos, nomeadamente na área da psicologia organizacional, que mostram que estas capacidades podem ser treinadas e aperfeiçoadas, levando a melhores resultados. Por exemplo, há técnicas de comunicação que podem ser ensinadas, levando a pessoa a comunicar de forma mais efetiva. O mesmo se passa com a liderança e a motivação. Há um enorme campo de exploração daquilo que se pode fazer para ensinar as pessoas a conhecer melhor a sua equipa, levando-as a trabalhar com a mesma de forma mais eficaz, através de ações como, por exemplo, o team building.

A MY CHANGE reconhece potencial de crescimento em cada colaborador e em cada líder, sabendo que todos, desde que capacitados da forma certa e com as ferramentas adequadas, podem aprender as soft skills necessárias para serem bem-sucedidos. Acredita, também, na sua capacidade de transmitir e fazer apropriar essas competências através de ações de treino, de coaching e de counselling, entre muitos outros dispositivos de capacitação.  Os clientes da MY CHANGE vão ver os resultados de forma concreta, não só na forma como os seus colaboradores trabalham no dia a dia, mas também no seu bem estar e na sua produtividade e, consequentemente, no sucesso da empresa.