A gestão do tempo como aliada no teletrabalho

Quando o nosso dia-a-dia ainda era normal e podíamos viver livremente numa rotina preenchida por tarefas profissionais e pessoais, a gestão de tempo configurava-se já como uma questão desafiante para a maior parte das pessoas. “Eu não tenho tempo” costumava ser uma frase muito comum, usada como justificativo para não fazer aquilo que não podíamos – ou, às vezes, aquilo que não nos apetecia fazer naquele espaço de tempo. O corre-corre era, por vezes, literal. Corríamos para apanhar o transporte público, para chegar a tempo às reuniões agendadas ou para ir ao ginásio.

De repente tudo mudou, e um inimigo invisível e externo, completamente fora do nosso controlo, fez com que o mundo desacelerasse. No caso das empresas cuja atividade assim o permite, os seus colaboradores trabalham a partir de casa. Os que não podem parar, por sua vez, seguem na batalha do dia-a-dia, agora em ruas solitárias.

Para os que estão em casa, em teletrabalho (ou a viver a pausa inesperada e indesejada do mesmo), a gestão do tempo continua a desafiar. Enquanto muitos se queixam da falta de atividades para preencher o tempo, outros encontram-se agora, ironicamente, assoberbados pelas tarefas do dia-a-dia. Novamente. Os que têm filhos, neste momento, convivem com eles durante todo o dia, e veem-se no desafio de ocupar o seu tempo e discipliná-los a continuar a estudar, acompanhando as aulas virtuais. A vida não pode parar.

Como organizar-se numa realidade que sabemos que é temporária, para que ela seja mais proveitosa e consigamos vislumbrar o seu lado positivo? Deixamos aqui algumas recomendações que podem ajudar neste período:

  • Defina horários para as atividades

Separe horários para lazer, falar com amigos, estudar e descansar. O ideal é fazer as atividades sempre no mesmo horário (encontrar novas rotinas).

  • Mantenha os horários de dormir e das refeições

Isso ajuda a manter a imunidade e bons hábitos. Se possível, atribua um tempo para praticar também exercício físico.

  • Seja paciente

A rotina não se desenvolve do dia para a noite. O cérebro precisa de um tempo para se adaptar aos novos hábitos e não devemos pressionar-nos, uma vez que isso causa ansiedade e frustrações.

  • Faça a gestão das suas tarefas

Faça uma lista de tarefas no início do dia e enumere as prioridades. Termine o que começou a fazer.

Nós, na MY CHANGE, ajudamos as empresas e os seus colaboradores a gerir a mudança, seja nos momentos mais frutíferos ou nos de maior complexidade para o negócio. Estamos todos unidos em prol da prosperidade dos empreendedores e temos serviços adaptados a todos os setores e às necessidades de todos os segmentos de colaboradores. Sabemos que a disponibilidade para flexibilizar o modelo de trabalho das empresas e ajudar os seus colaboradores neste processo é essencial, para que todos trabalhem melhor e sejam muito mais felizes e realizados naquilo que fazem.

Swarming: a transformação coletiva que salva

Tempos extraordinários exigem medidas extraordinárias, leia-se transformações rápidas e eficazes. Sem dúvida, o período que vivemos globalmente e em Portugal, especificamente desde março de 2020 devido à disseminação da COVID-19, tem feito com que tenhamos de nos reinventar a um ritmo frenético, nunca antes visto.

Efetivamente, tem havido um esforço coletivo entre organizações e colaboradores para se proporcionarem as melhores condições possíveis de trabalho à distância, bem como para manter os níveis de produtividade. Inevitavelmente, o braço direito desta mudança tem sido a tecnologia. Se, por um lado, muitas empresas já a tinham enraizada no seu dia a dia, muitas outras não viviam de perto esta realidade e tiveram que a decretar, exigindo aos seus colaboradores um esforço extra. Esse esforço fará com que, quando tudo isto terminar, estejam mais capazes e tenham melhorado muito as suas competências tecnológicas.

Esta transformação coletiva não exigiu apenas mudanças a nível da literacia tecnológica dos colaboradores, mas também a nível da sua autonomia. Estarmos à distância faz com que tenhamos que nos responsabilizar mais pelo que fazemos e introduzir algumas mudanças em métodos e processos de trabalho pelos quais optamos, que poderão vir a ser úteis no futuro.

Claro que, pelo caminho, enfrentamos alguns desafios, como em todas as mudanças, nomeadamente a disseminação da tecnologia a todos por igual, o cumprimento de regras, a cedência de acessos e o compliance. No entanto, com a devida preparação, é possível fazê-lo com sucesso, através do esforço de cada um e da cooperação entre todos.

Tal como seria de esperar, no meio de uma das maiores mudanças que o mundo já viveu, surgiram novos estilos de trabalho e novos termos. Foquemos, então, a nossa atenção no swarming, um termo difundido recentemente. É a expressão que melhor define o que tem acontecido em tempos de COVID-19 nas empresas, tendo estas a capacidade de passar a trabalhar de forma coletiva, num estilo caracterizado pela agitação e agilidade que nesta altura consegue conferir e adicionar valor ao resultado final. Neste sentido, o grupo todo foca-se no mesmo resultado, seja para agir face a um problema ou explorar uma oportunidade, criam-se ações de forma rápida e a resposta surge, sendo que depois cada um retorna às suas tarefas usuais. Isto quer dizer que, o que antes conhecíamos como cadeias de processo, em que havia linhas burocráticas e horizontais a seguir para a resolução de um problema, estas cada vez mais se dissipam, com a colaboração de todos e o esforço coletivo com foco numa situação. Todavia, não podemos esquecer que para este método funcionar, além da tecnologia, todos têm que remar para o mesmo lado. Criar uma cultura de inovação, em que todos estão alinhados quanto à missão e propósito da empresa é fundamental.

Criar esta cultura e possibilitar que o swarming aconteça é necessário para manter as empresas “vivas” nesta época de crise, podendo também ser um ótimo princípio a manter quando regressarmos à normalidade, uma vez que desbloqueamos um enorme potencial de grupo, que em conjunto desenhou uma nova estrutura e forma de trabalhar, orientada a resultados. A inovação tecnológica aliada à flexibilidade concedida, responsabilização, novas ferramentas e processos vão permitir uma transformação coletiva que irá, futuramente, elevar o nível daquelas empresas que melhor se adaptarem às lições retiradas destes tempos.

Na MY CHANGE acreditamos que as mudanças coletivas são aquelas que, apesar de desafiantes, permitem uma grande evolução às empresas, contribuindo para a sobrevivência de muitas delas. Estabelecer uma nova cultura de inovação que permita o swarming, fazendo com que todos se alinhem num propósito é a chave para garantir superação em tempos difíceis, bem como a prosperidade a longo prazo. Na MY CHANGE ajudamos a estabelecer e traçar a missão e propósito para a sua empresa, a preparar-se para enfrentar mudanças em tempos de crise e a alinhar processos e comunicação. Queremos ser o seu parceiro para a transformação coletiva que precisa neste momento!

Digital: mais do que nunca, uma necessidade

Os tempos que vivemos são, sem dúvida, extraordinários. A COVID-19 veio impor às nossas vidas uma série de mudanças sem precedentes, para as quais não tivemos tempo de nos preparar. Se, normalmente, lidar com estas adaptações acarreta desafios, não tendo um plano prévio de como adaptar a vida a esta nova realidade torna tudo ainda mais incerto. A verdade é que tivemos que nos moldar em todos os contextos das nossas vidas, quer a nível pessoal quer profissional. Para alguns o confinamento, que fez reaprender a viver dentro de casa, para outros uma nova rotina no local de trabalho, com inúmeros cuidados que antes não existiam. Ambos implicam uma enorme flexibilidade a ser posta em prática.

Efetivamente, não foi apenas a nível individual que estas mudanças aconteceram. As nossas empresas tiveram também que se adaptar e reinventar, de modo a permitir uma transformação completa nas modalidades de trabalho. Neste momento, o desafio de redescobrir formas de trabalho, ferramentas, de adaptar postos de trabalho e de reinventar a comunicação é uma realidade que a maioria das empresas vive. A verdade é que esta transformação não seria possível sem uma adaptação digital das empresas, tendo estas que usar tecnologias novas, mais rápidas e eficientes para se manter em linha com o mercado.

Nestes tempos em que temos que viver à distância e, ainda assim, mais conectados que nunca, é importante apostar na comunicação. Tudo pode parecer mais fácil se pensarmos que em grandes empresas a maioria dos colaboradores tem acesso, por exemplo, a um telemóvel da empresa ou a um computador. Contudo isto não é regra, e se para empresas maiores a comunicação pode parecer simples, temos também que pensar que, em muitas pequenas empresas, estes meios não estão disponíveis para todos, o que requer um maior esforço para colocar todos em articulação, por exemplo partilhando documentação por e-mail com processos, planos e tarefas. Há ainda que considerar que mesmo tendo os mecanismos mencionados anteriormente, o alinhamento pode ser difícil de conseguir se não houver um bom plano de comunicação que ponha os colaboradores todos na mesma página. Assim, é importante apostar em plataformas como Zoom, Skype ou Google Meet para poder fazer reuniões que permitam alinhar os dias, as tarefas de cada um e o trabalho a ser desenvolvido. Apostar nestas meetings diárias pode ser a chave para conseguir agilizar processos à distância e colmatar a falta de presença física num escritório. Mais que isto, há que saber escolher plataformas, por exemplo, para assuntos mais rápidos a ser tratados entre duas pessoas o Slack é uma excelente opção. Usando estas ferramentas, é possível agilizar a comunicação interna e melhorar os fluxos de trabalho. Pensando no tema dos fluxos de trabalho, há tambem que reinventar muitos workflows, usar novas ferramentas, adaptar o local de trabalho, as horas trabalhadas, desenhar novos processos. Muitos dos processos passaram a ter que ser online. Exemplos simples como compras, faturação, comunicação com fornecedores passaram obrigatoriamente a ser digitalizados.

Desenganemo-nos se acreditamos que as mudanças ocorrem apenas no interior da empresa. Alinhar a comunicação interna e os processos é crucial, contudo não podemos esquecer uma peça fundamental desta equação – os clientes. Manter relações comerciais ativas é de extrema importância nesta altura. Cultivar novas relações, com olhos no futuro, bem como manter as que já temos pode fazer a diferença entre subsistir ou ter que fechar portas. É importante perceber como podemos comunicar à distância com clientes, quais as técnicas de comunicação que temos à disposição, como usar a inteligência emocional para gerar mais empatia na forma como se abordam clientes. Perceber o estilo de comunicação das pessoas com quem falamos pode ajudar-nos a perceber como temos de nos posicionar para fazer atividade comercial com qualidade neste tempo de desafios.

Na MY CHANGE sabemos que a adaptação à mudança é imperativa para o sucesso, e que quem sobrevive é aquele que melhor se adapta. Temos as ferramentas e a sensibilidade para perceber qual a realidade de cada empresa e para agir consoante as necessidades especificas. Transmitimos, através das nossas ações, ferramentas de comunicação que permitem alinhamento interno de processos, bem como manutenção de relações saudáveis com clientes. Estaremos, enquanto especialistas em Change Management, ao seu lado neste período de adaptação. Conte connosco!

A importância da nossa saúde (física e mental) em tempos de isolamento

Nos dias que vivemos, em que o isolamento social nos foi imposto para que em conjunto consigamos travar a propagação da COVID-19 e cuidar da comunidade, é importante focarmo-nos também em nós, de forma a garantir que mantemos a nossa saúde mental e física. Naturalmente, enquanto pessoas, temos necessidades de socialização e de ter rotinas, das quais neste momento estamos privados. A volta de 180 graus a que as nossas vidas foram expostas, bem como a preocupação com o futuro, podem levar-nos a sofrer uma quebra na nossa saúde mental, tendo que tomar algumas medidas para impedir que tal aconteça.

Efetivamente, muito se tem falado sobre as consequências físicas e psicológicas deste isolamento. Uma vez que vamos passar os próximos tempos em casa, é importante definirmos que este é o nosso “novo” espaço, organizando-o da melhor forma para criarmos algumas novas rotinas. Definir zonas na casa para que possamos ter rotinas em termos de horários, de treino para exercitar o corpo, um espaço para trabalhar que nos permita manter uma postura corporal correta, são algumas das dicas que podemos por em prática para manter o nosso corpo saudável. Mas e a nossa mente? A saúde psicológica é aquela que mais está em risco e cabe a nós procurar mecanismos para nos mantermos saudáveis e preparados para enfrentar a nova realidade. Sem dúvida que é fundamental criar estes hábitos, tirar o máximo proveito da tecnologia para manter o contacto social com familiares e amigos e encontrar ocupações. Contudo, isto não é suficiente para nos manter motivados a longo prazo. Algo que é também uma necessidade de todos prende-se com o sentimento de podermos crescer e aprender continuamente. Assim, mesmo em tempo de isolamento, e colocando em prática as dicas anteriores, é importante ter tempo para dedicar ao nosso desenvolvimento pessoal, dentro do nosso trabalho e da nossa organização, apostando por exemplo no coaching.

As alturas de mudança são por excelência alturas de desenvolvimento pessoal, quando sabemos abraçar as mesmas e responder adequadamente.  É no seio destas mudanças que podemos descobrir novas formas de organização de trabalho para o nosso dia a dia, novas formas de gerar conteúdo criativo para as nossas empresas e também formas de inovar dentro das nossas funções. Pegando neste último exemplo, muitas das nossas funções podem ser reinventadas, muitos métodos e processos podem ser adaptados para nos facilitar o trabalho e muitos destes vão ser muito úteis e aproveitados no futuro.

Esta é também uma altura de excelência para se apostar na capacitação. Há que garantir que as nossas pessoas têm a capacidade de se adaptar, há que dar formação para que seja mais fácil lidar com esta mudança nas suas vidas.  É um fator que pode ser decisivo no sucesso que vão continuar a ter no seu trabalho. Ensinar a preparar e a pôr a mudança em prática, capacitar para a inovação, ensinar novas formas de adaptação dentro do nosso trabalho/função, são peças chave para manter as pessoas motivadas e garantir foco nos resultados e sucesso da empresa.

A MY CHANGE reconhece a importância que o apoio de profissionais capacitados para lidar com mudanças pode ter num processo transitório de uma organização, sabendo que a forma como a mudança é encarada é um fator decisivo para o seu sucesso. É fundamental formar, apoiar, dar coaching e ferramentas para que todos nos possamos reinventar e continuar a crescer, sendo que isto fará também com que as nossas organizações cresçam no mesmo sentido. Com este propósito queremos estar ao seu lado para crescermos juntos!

O Papel da Liderança na Gestão da Crise

Numa altura em que o novo Corona Vírus (COVID-19) se instalou e toda a sociedade se está a adaptar a esta nova realidade, é normal que também nas empresas se tenham que fazer mudanças e adaptar processos. É tempo de implementar essas mudanças, sendo que para que tudo corra pelo melhor é necessário que haja uma preparação e que novas estratégias sejam delineadas. Conhecer a organização, perceber caso a caso o que cada empresa precisa e desenhar um plano de ação são algumas das tarefas que todos os administradores e líderes de empresas/equipas têm neste momento a seu cargo.

Efetivamente, os líderes têm um papel fundamental nestes momentos, primeiro porque têm a preocupação de manter todos os seus colaboradores, bem como o próprio espaço da empresa em segurança e depois porque precisam de garantir que os resultados continuam a aparecer, tendo que manter os dois pratos da balança em equilíbrio. Algumas decisões terão que ser tomadas, questões como “quando” e “quem” deve ficar em casa começam a surgir e é necessário pôr um plano de contingência em prática. Em alturas como as que estamos a atravessar, é necessário colocar diferentes cenários em perspetiva, sendo que quem está em cargos de liderança tem que assegurar que a empresa tem a flexibilidade necessária para continuar no ativo, num tempo de crise. Preparar a estrutura é fundamental para a adaptação às mudanças, maximizar a possibilidade de os colaboradores trabalharem remotamente, garantir que há políticas de segurança no que toca a viagens de trabalho ou suspensão das mesmas, gestão dos eventos da empresa tais como conferências ou reuniões com parceiros e revisão de políticas de benefícios são algumas das preocupações dos líderes neste momento.

Toda esta preparação e a consequente implementação dos novos métodos de trabalho são cruciais, contudo não podemos esquecer uma peça imperativa para que todos estes processos fluam da melhor forma – a comunicação. Quando uma mudança é implementada, a forma como esta é comunicada aos colaboradores é o fator chave para garantir alinhamento e aceitação face à mesma. Assim, os líderes têm, também, a seu cargo o papel de difundir ativamente esta mudança. Garantir que a comunicação interna está alinhada, ou seja, que há forma de todos os colaboradores terem acesso à informação estruturada que precisam para realizar bem o seu trabalho, de forma ágil e eficaz torna-se essencial.

Outro aspeto foca-se no papel dos líderes enquanto conselheiros e agentes que podem tranquilizar os colaboradores em alturas como esta. Instruir corretamente, garantir que a empresa tem acesso a informação fiável sobre a COVID-19 que poderá difundir de forma a que a sua comunidade de trabalhadores fique em segurança torna-se também importante.

Na MY CHANGE reconhecemos a importância que os líderes têm, bem como o reforço que esta tem em tempos de crise. Consideramos importante preparar estes mesmos líderes para que possam dar a cara e comunicar as mudanças a implementar na organização, que irão levar a mesma a manter-se viva, com colaboradores alinhados e a trabalhar em prol de um mesmo propósito. Ajudamos a capacitar líderes e a alinhar a comunicação interna, para que as informações cheguem da melhor forma a todos. Propomo-nos, então, a ser um parceiro de confiança na implementação e gestão da mudança que neste momento necessita de levar a cabo na sua organização!

Como viver em teletrabalho de forma produtiva?

Nos dias que vivemos, e desde que o novo Corona Vírus (COVID-19) foi categorizado como uma pandemia mundial, muitos cuidados têm vindo a ser tomados para proteger a população, e muitos esforços se têm alinhado em prol de adaptar a sociedade a viver de forma funcional nesta época, adaptando-se uma componente fundamental no dia a dia das pessoas – o trabalho. Muitas empresas optaram por uma modalidade de trabalho remoto, uma vez que a mesma permite às organizações continuarem a produzir resultados e, adicionalmente, manter ocupados os profissionais que estão em casa.

Esta é uma questão desafiante, pois o ser humano é um ser de hábitos e quebrar as nossas rotinas pessoais e profissionais pode-nos fazer pensar que iremos baixar a nossa produtividade e iremos perder alguma qualidade de vida. A chave para lidar com esta questão é a adaptação e flexibilidade à mudança que temos dentro de nós e, que se for trabalhada e colocada em prática, nos vai permitir manter o foco durante o isolamento social.

Enquanto profissional é importante manter hábitos para manter a produtividade e, enquanto líder, é importante garantir o foco das nossas pessoas, bem como o nosso próprio alinhamento com as mesmas. Deixamos, então, algumas dicas que podem ser relevantes para este período:

1 – Manter uma rotina pessoal: sabemos que em casa é muito fácil perder rotinas, contudo é importante fazer um esforço para manter hábitos e horários. Manter a nossa hora de exercício matinal, a hora das refeições e o hábito de nos vestirmos para trabalhar são algumas dicas para podermos ter uma rotina o mais aproximada da realidade que conhecemos.

2 – Fazer listas de tarefas: é importante traçarmos objetivos concretos do que queremos fazer, quer a nível profissional (organizando o nosso dia), quer a nível pessoal, onde podemos colocar uma hora para ver aquela série ou filme, uma hora para leitura, horas para cozinhar, entre outras atividades.

3 – Manter uma rotina de trabalho: podemos começar por identificar as horas nas quais somos mais produtivos, dividindo as nossas tarefas diárias com base nisso. Manter a pontualidade, horas de pausa, contacto com os colegas e criar um espaço distinto na casa como local de trabalho é também fundamental para que o trabalho corra pelo melhor.

4 – Apostar na socialização: manter contacto com colegas e chefias é fundamental, tanto para articulação do trabalho, como para sentirmos que continuamos a alimentar as nossas necessidades sociais. Felizmente estamos numa era tecnológica em que existem inúmeras ferramentas que nos permitem esta comunicação. Para reuniões, formações ou conversas informais podemos usar plataformas como o Zoom, Slack, Skype ou Hangouts, enquanto que para manter o tracking das tarefas e o alinhamento podemos usar ferramentas como o Trello ou Asana.

5 – Acolher as distrações e as diferenças no dia a dia: Em casa vamos, sem dúvida, estar expostos a distrações, por exemplo por termos filhos por perto. Há que ter a flexibilidade de as incorporar na nossa nova rotina, encontrando mecanismos de conciliação com o trabalho.

Acreditamos que, seguindo estas pequenas dicas, será possível que os profissionais em trabalho remoto se mantenham alinhados e, em conjunto, mantenham as empresas a funcionar, com bons resultados e olhos no futuro.

Na MY CHANGE, enquanto impulsionadores do crescimento e da mudança, acreditamos que é nos tempos em que somos desafiados, e nos quais somos expostos a situações com as quais não estamos familiarizados, que crescemos e mais nos desenvolvemos. Este crescimento aplica-se tanto a nível pessoal, como a nível organizacional. Mesmo em tempos de “crise” é possível dar a volta por cima.  Este é o tempo para as empresas se reinventarem e fortalecerem. Com todas as tecnologias mencionadas anteriormente é possível manter os profissionais em contacto, sendo até uma boa altura para apostar na qualificação das nossas pessoas, por exemplo através de formações e-learning, o que permite que as mesmas se sintam valorizadas e a crescer, mesmo num período no qual não têm a sua rotina usual.

É possível evoluir, pois estas novas formas de trabalho irão permitir que, no futuro, a qualidade de vida dos profissionais aumente pois poderão, por exemplo, aliar o trabalho remoto ao presencial. É também uma ótima altura para fortalecer a comunicação, quer interna, quer com clientes, apostando na tecnologia associada à empatia.

Todas estas mudanças implicam transformação da cultura organizacional e é importante sabermos tirar o maior proveito da mesma. Na MY CHANGE posicionamo-nos como parceiros que ajudam a transformar a cultura da empresa e fortalecer as relações. Capacitamos profissionais para estes se manterem na linha da frente e temos o compromisso de caminhar com os nossos clientes, sabendo personalizar as nossas intervenções, para que se alcancem os melhores resultados!

Trabalho remoto: longe da vista, perto do coração

O mundo atual está sujeito a mudanças a cada minuto e em tudo o que nos rodeia, sobretudo a nível digital.  A transformação digital tem permitido que as sociedades evoluam na saúde, educação, transportes e, naturalmente, também no meio empresarial. Novas formas de trabalho surgem, as pessoas passam a conhecer novas possibilidades e a querer tirar proveito das mesmas. Um bom exemplo disto é o trabalho remoto (ou teletrabalho) que tem vindo a emergir e a mostrar que, em certas situações, pode ser muito proveitoso para todos.

Pode ser desafiante adaptar as organizações a esta nova modalidade. Em algumas organizações mais tradicionais existe a ideia que o trabalho remoto é complicado de implementar e que a gestão de horários, reuniões e funções é uma tarefa impossível de se fazer à distância. Existe também a crença que estar em casa torna as pessoas menos produtivas. Esta é uma visão difundida por aqueles que acreditam que “longe da vista, longe do coração”, ou seja, que para fazer a “máquina” organizacional funcionar temos que estar todos no mesmo espaço físico.

Compreendemos que uma mudança tão gigantesca possa assustar e trazer inúmeros desafios: a boa notícia é que não se tem que fazer a caminhada de mudar o ponteiro para trabalhar remotamente de forma solitária. A chave está na preparação, na capacitação e no entendimento do que é preciso fazer para se dar este passo rumo à mudança. Cada organização tem as suas características, o seu negócio (quer seja um produto ou um serviço) e a sua cultura, e é isto que não se pode perder. Não se pode perder o propósito da organização, este tem que se manter em linha com a sua visão e ter a flexibilidade de introduzir as alterações necessárias para que seja possível que os seus colaboradores estejam juntos sem partilhar o mesmo espaço.  Há que trocar o “longe da vista, longe do coração” pelo “longe da vista, perto do coração”, há que compreender a importância de ter equipas focadas no negócio e na estratégia para que todos juntos se permitam reinventar o negócio e fortalecê-lo.

Diagnosticar, perceber as necessidades, traçar um plano de ação e treinar os colaboradores são alguns dos passos necessários para podermos implementar uma cultura de trabalho remoto. Não são apenas necessárias reuniões em salas de conversa online que permitem grupos, documentar o que cada um faz, ou usar plataformas que permitem fazer o tracking do workflow. Claro que estas dicas são fundamentais e devem ser consideradas, contudo, o mais importante é perceber como adaptar a cultura e o propósito da organização para que todos possam caminhar no mesmo sentido, mesmo à distância.

Na MY CHANGE acreditamos que as empresas capazes de fazer esta mudança são as que terão maiores probabilidades de ter sucesso no mercado e sobreviver no futuro. Mesmo que não queiramos implementar um formato 100% remoto, ter a capacidade de trabalhar, em parte do tempo, nesta modalidade permite-nos mais flexibilidade. Esta forma de trabalho permite, em muitos casos, um maior foco nas tarefas e um melhor work-life balance. Vivemos, hoje, num mundo em que epidemias ou catástrofes ambientais podem ter a força para abrandar a economia como nunca antes se viu. Estar preparado para não ter que fechar portas e poder manter serviços a partir do trabalho remoto pode fazer a diferença na sobrevivência de um negócio. Assim, preparar e recorrer a profissionais que possam ajudar a implementar esta mudança e levá-la a bom porto pode ser a chave para permanecer vivo enquanto organização. Na MY CHANGE, enquanto especialistas em Change Management, queremos ajudá-lo a fazer essa caminhada!

Cultura e Liderança: de mãos dadas pelo sucesso

As empresas têm pilares chave que contribuem para o seu sucesso, estando muitos deles relacionados com as pessoas e com a forma como estas influenciam a organização. Dois desses alicerces são a cultura e a liderança. Seria leviano dizer que uma empresa pode ter sucesso sem essas duas bases, resta agora saber a forma como se ligam e influenciam.

Efetivamente, a cultura influencia diretamente o rumo de uma empresa, uma vez que toca em pontos como as relações que se estabelecem dentro dela, a forma como esta encara a mudança ou a inovação, as relações estabelecidas com o exterior/ mercado e ainda a hierarquização mais ou menos acentuada que na empresa se vive. Assim, a cultura é uma componente chave para a identificação dos colaboradores e clientes com a empresa.

Estar inserido numa organização onde a cultura se alinha com o estilo de liderança exercido torna tudo mais fácil e congruente, e os resultados da empresa certamente serão melhores.

Muito é dito sobre a forma como as ações dos líderes influenciam a cultura. Líderes que dão feedback, que desafiam e apoiam a equipa, que sabem fazer escuta ativa, que promovem o desenvolvimento dos colaboradores e que asseguram que a empresa cresce de forma sustentável, contribuem em muito para que a cultura da empresa se fortaleça e se difunda. Contudo, é também interessante fazer o exercício ao contrário, isto é, pensar em como uma cultura estabelecida pode influenciar as atitudes de um líder e motivá-lo a praticar algumas ações.

Se estivermos numa organização com um clima organizacional positivo, compromisso elevado, valores organizacionais vividos por todos, entreajuda e sentimento de reconhecimento, o líder não terá outra opção senão partilhar desta visão e moldar a sua liderança à organização, passando, inclusivamente, a ser o maior promotor dessa cultura, tornando-a mais forte.

Deste modo, temos que reconhecer que estes dois pilares estão estreitamente ligados e contribuem ativamente para os bons resultados e sucesso de uma organização. Enquanto líder é importante ter capacidade de captar a forma de ser e estar da organização e ter flexibilidade para se adaptar à sua cultura às mudanças que o contexto exige. Pensando do ponto de vista da cultura, é importante parar para refletir que tipo de cultura queremos estabelecer na nossa organização, alinhar a mesma com os valores e a missão, de forma a garantir que há equilíbrio e que as pessoas se sintam bem e tenham bons resultados.

A MY CHANGE sabe que a chave para o sucesso está no alinhamento da cultura com a liderança, de forma a garantir a harmonia dentro da organização. Ter profissionais que ajudam a diagnosticar o tipo de cultura que a empresa tem ou deseja ter, bem como o estilo de liderança que é importante adotar, é fundamental. A MY CHANGE tem profissionais com enorme experiência em diagnóstico, em alinhamento estratégico e em capacitação, que podem ajudar os clientes a elevar as suas organizações a um patamar de maior sucesso, ajustando estes dois pilares fundamentais – cultura e liderança.

Avaliação de desempenho: afinal, para que serve?

O mundo organizacional está cada vez mais competitivo e as empresas desejam ter consigo os melhores profissionais, quer a nível de hard skills, quer de soft skills. Além disso as empresas ambicionam crescer com qualidade e para medir essa qualidade é fundamental que haja sistemas de avaliação do desempenho dos seus colaboradores.

Mas a avaliação de desempenho não é só uma mais valia apenas para as empresas. As avaliações são muito úteis para os próprios colaboradores, que assim compreendem como e por onde se podem desenvolver, bem como analisar o seu próprio trabalho.  Efetivamente, a avaliação de desempenho é uma ferramenta extremamente proveitosa, uma vez que permite perceber qual a situação atual, fazer uma revisão dos tópicos relacionados com o dia-a-dia do trabalho e perceber para onde se quer ir no futuro. Uma avaliação de desempenho bem conseguida vai além do facto de os resultados terem ou não sido atingidos. Permite olhar para o porquê e, também, para o como. Isto é, torna-se relevante perceber porque é que a estratégia definida não permite obter os resultados, como é que se podem arranjar metodologias de trabalho mais adequadas e como é que se podem motivar os colaboradores para que numa próxima avaliação se tenham atingido as metas.

Para as empresas, o uso desta ferramenta traz insights benéficos para a tomada de decisão e alinhamento de estratégia de negócio. O objetivo das empresas não deve ser a comparação direta entre a performance de colaboradores, mas sim perceber em que áreas se pode dar aconselhamento a um colaborador para estimular a sua melhoria, bem como em que áreas dar um reforço porque o colaborador é proficiente. Assim, a ferramenta torna-se também muito útil na hora de reforçar e recompensar os desempenhos mais bens sucedidos, por exemplo a nível de prémios.

Dar foco e linhas condutoras para o futuro é a maior vantagem de uma avaliação de desempenho bem desenhada. Através dela podemos traçar planos de decisão mais facilmente, abordar tópicos como promoção ou aumentos de remuneração de forma mais justa e até pensar em formas de melhorar os processos de seleção.

Na MY CHANGE encaramos a avaliação de desempenho como fundamental, quer para a organização realçar por onde ir, quer para o colaborador perceber como e por onde pode melhorar e crescer enquanto profissional. Afinar processos, metodologias e formas de trabalho para melhorar a obtenção de resultados é uma consequência chave de um sistema de avaliação em funcionamento de cruzeiro. Sabemos que os processos de avaliação de desempenho não devem ser criados de forma standard e que cada empresa vive a sua realidade e tem os seus próprios objetivos. Assim, propomos-mos a diagnosticar as ambições e necessidades do cliente e a agir em conformidade, traçando um plano que permita não só avaliar como trazer inputs de melhoria para o negócio.

A Importância Do Desenvolvimento Para Reter O Talento

Se perguntarmos a alguém, na gestão de topo de uma empresa, qual é uma das maiores dificuldades por que esta está a passar, é muito provável que se ouça a seguinte resposta: altos níveis de turnover e dificuldade em reter os melhores profissionais. A aquisição e gestão de talentos está na vanguarda do diálogo que acontece nas organizações, isto devido à crescente abertura e facilidade em atravessar fronteiras, o que faz com que o mercado seja cada vez mais global. Hoje em dia, poucas pessoas contam manterem-se no mesmo emprego para o resto da sua vida, a mudança de carreira está muito mais normalizada e o paradigma mudou. É este o cenário em que nos movimentamos e, por isso, são muitas as empresas a pensar em novas estratégias para lidar com esta temática.

Tentar “seduzir” os colaboradores com um salário mais elevado e com um conjunto de regalias como telemóvel ou acesso a um ginásio, torna-se já repetitivo. Estas estratégias não são à prova de bala, pois a maioria dos casos de turnover dá-se devido a poucas oportunidades de desenvolvimento pessoal para os trabalhadores. Devemos, então, ter em conta este insight e promover estas oportunidades nas nossas empresas.

A solução passa por trazer ao decima uma forte aposta nas pessoas e nas suas qualificações. Todos os profissionais gostam de sentir que a sua empresa aposta em si, e que lhe permite crescer e aprender. Apostar na capacitação/formação pode ser a chave para fazer a diferença. É importante criar iniciativas e programas que tenham em mente quais são as necessidades e os interesses dos colaboradores, pois só assim serão bem-sucedidos. São nos momentos em que os colaboradores sentem que os seus interesses são ouvidos e que lhes são dadas oportunidades de aprendizagem individualizadas e adaptada a si, que estes vão aumentar o seu compromisso para com a organização. Os momentos de aprendizagem podem ser de natureza técnica ou de soft skills, pois aquilo que realmente interessa é que deem resposta a uma necessidade direta de um colaborador.

Para conseguir implementar estas soluções, há um conjunto de aspetos a ter em conta. Para perceber quais as necessidades, para se conhecer melhor os colaboradores e compreender as suas ambições e expetativas é ideal contar com um parceiro competente, que possa compreender a necessidade da organização e do colaborador e fornecer uma solução à medida. É importante personalizar, tendo em conta o perfil e posicionamento do colaborador na organização, a sua antiguidade e níveis de experiência, entre outras variáveis, pois cada pessoa aprende de forma diferente e espera coisas diferentes das formações. Em terceiro lugar, devem estabelecer-se objetivos com cada colaborador e dar-lhe feedback regular acerca do seu progresso.

A MY CHANGE sabe que é através desta experiência individualizada que as pessoas se sentem valorizadas pela organização, o que fomenta a sua identificação e aumenta a probabilidade de conseguir reter o talento mais qualificado. Posicionamo-nos como um parceiro com enorme experiência em programas de capacitação, desde o diagnóstico das necessidades até à fase de follow up, assegurando o sucesso na retenção e melhorando os contributos do colaborador para a organização.