MY CHANGE: Somos Pessoas Girassóis

Estamos a viver um novo mundo. A nova realidade, à qual chamamos “o novo normal”, pede-nos grandes adaptações.

A MY CHANGE seguiu este fluxo e, sendo uma empresa Girassol, fez dos seus clientes a luz que guiou as suas decisões.

As empresas tiveram de mudar rapidamente, reinventaram processos e moveram as suas pessoas, e tudo isso com apenas um objetivo: manter a relevância no mercado, atendendo às necessidades impostas pelo NOVO.

Como especialistas em Gestão da Mudança, estivemos sempre dispostos a mudar os nossos processos, criar novos métodos e adaptar o que fosse necessário. O resultado está no vídeo, que preparámos com muito carinho.

Venha ser também um Girassol, e viva a mudança connosco!
Para assistir, é só clicar aqui.

Não teve a oportunidade de acompanhar o nosso lançamento do Canal?
Veja abaixo o nosso vídeo: Os 12 Passos da Mudança!

VideoGirassol

VISÃO: Patrícia Costa, CFO do Grupo Future Healthcare

“Tomar decisões com a cabeça, sem faltar coração”.
Quais são e quais serão as medidas adotadas pelo Grupo Future Healthcare relativamente à sua Gente, nestes tempos que vivemos?

O Grupo Future Healthcare tem como missão “proporcionar aos seus clientes acesso às melhores condições de saúde, vida e bem-estar” e, não o poderia fazer sem que os seus colaboradores também as tenham, quer em Portugal quer nas diferentes empresas do Grupo em outros países. Por forma a dar cumprimento a esta função, procurámos em primeiro lugar salvaguardar a saúde dos colaboradores e famílias, seguindo de forma rigorosa as recomendações oficiais, em particular da DGS. Foi um desafio enorme, colocar praticamente toda uma empresa em trabalho remoto. Foi necessária uma dinâmica de toda a organização, com a realocação de material, ajuste de formas de trabalho, de gestão de equipas bem como, de toda a forma de gestão e monitorização da produtividade de pessoas e sistemas. O cumprimento dos níveis de serviço aos clientes definidos com os mesmos e dos seus interesses são cruciais para nós, e a sua manutenção foi também um dos nossos objectivos primordiais. A equipa está a ter uma óptima resposta ao trabalho remoto, demonstrando uma enorme responsabilidade e capacidade de adaptação. A comunicação é fundamental neste processo, pelo que aumentámos o contacto com todas as geografias usando uma Newsletter com partilha de informação e curiosidades, que na realidade gerou uma onda positiva muito além do que tínhamos previsto, e que teve o enorme mérito de aproximar todos os colaboradores em torno do que é “Ser FH”. Por outro lado, pretendeu-se garantir a continuidade e crescimento da empresa e dos postos de trabalho, antecipando com medidas concretas a crise económica e financeira que já teve início, continuando a avaliar estas medidas a cada momento. E por fim, sendo nós um Grupo com matriz na inovação e olhar constante nas necessidades das pessoas, procurámos ajustar a oferta da nossa prestação e assistência médica a esta nova forma de entrega em remoto, e lançámos a telemedicina, com a Virtual Clinic.

Sabemos que, apesar de ocupar uma posição importante na área Financeira, a Patrícia também é uma líder muito sensível às pessoas. Como resumiria o grande desafio de equilibrar as duas áreas?

Tradicionalmente sempre que se pensa numa responsabilidade financeira, as primeiras imagens que ocorrem são de redução de custos, de maximização de margens e de lucros, de optimização de financiamentos/investimentos e de optimização fiscal. E não estaremos muito afastados da realidade… Mas a verdade é que nada disto se alcança sem uma gestão dedicada às pessoas que são quem torna a empresa uma realidade viva. As pessoas são o mais importante activo que uma empresa tem. Uma empresa é um organismo que necessita de ser nutrido, formado e desafiado para alcançar o melhor de si e, os propósitos e objectivos que lhe são colocados. E só com o alinhamento e trabalho das suas pessoas é possível alcançar os reptos que são lançados ou que surgem, como este que vivemos. A forma como o fazemos, o foco na optimização ao invés do corte cego, a melhoria das ferramentas que permitem um aumento de produtividade, a utilização de sistemas de inteligência artificial, tudo isto e tanto mais, são óptimas conciliações das duas áreas. O segredo está na fórmula que maximiza a satisfação dos diversos stakeholders. “É importante tomar decisões com a cabeça e é imprescindível que não lhes falte coração.”

Alguma mensagem que gostaria de deixar aos líderes e colaboradores de empresas neste momento de grandes mudanças para todos?

Esta pandemia e a forma como estamos a vivê-la tem e terá um impacto profundo na forma como encaramos a saúde, o trabalho, as relações humanas, …. Estamos todos mais sensíveis para as questões da saúde e todos damos mais valor aos que nos são próximos. A economia está a sofrer um forte impacto que se agravará nos próximos tempos e, embora comecemos a sair e a viver esta “nova normalidade”, em primeiro lugar as pessoas precisam acreditar na sua segurança. Por outro lado, estes últimos tempos demonstraram que o uso da tecnologia é benéfico e pode aproximar ao invés de distanciar. E que, acima de tudo, é um elemento facilitador que acompanha esta alteração do comportamento do consumidor, que se tornou mais exigente, informado, mas mais disposto para os serviços à distância que lhe conferem qualidade de vida e imediatez no consumo. A capacidade de inovar e de se adaptar são fundamentais para a sobrevivência e acima de tudo para o crescimento. Deveremos sempre aproveitar o melhor de cada situação e aprender com ela. É exactamente isto que perseguimos com esta nova realidade no Grupo FH do d.Health!

PERMANEÇAM SAUDÁVEIS, PERMANEÇAM SEGUROS!

VISÃO: António Castro Freire, Deputy Chairman do Grupo Bensaude

Grupo Bensaude: experiência de 200 anos dá resposta aos novos desafios

Qual tem sido a estratégia do Grupo para lidar com os impactos da pandemia?

Enquanto entidade empresarial principalmente atuante na Região Autónoma dos Açores, o Grupo Bensaude tem enfrentado o momento atual com prudência e com uma atitude de solidariedade para com os seus trabalhadores, clientes e parceiros.
Antes mesmo de o Governo Regional dos Açores implementar a sua política de confinamento, foram imediatamente desenvolvidas medidas de proteção dos trabalhadores, intensificadas as ferramentas de comunicação internas (com informação detalhada sobre o COVID-19 e sobre o enquadramento das medidas internas introduzidas nesse âmbito) e preparados planos de contingência a tempo de estarem operacionais e testados pelos atores nas várias empresas envolvidas.
Iniciámos um briefing, atualizado 2 ou 3 vezes ao dia, com a descrição da situação epidemiológica regional, nacional e mundial. Interagimos, quase que diariamente, com o Governo regional dos Açores com o qual procedemos a uma troca sistemática de informação sobre os procedimentos por nós adotados e sobre as consequências económicas e sociais das medidas por este previstas e/ou deliberadas. Identificámos quais as maiores carências do Sistema Regional de saúde, tendo a nossa organização sido a primeira nos Açores a contribuir para reduzir as necessidades hospitalares, através da doação de ventiladores para os hospitais de Ponta Delgada, Angra do Heroísmo e Horta.
Quais foram as principais medidas do Grupo Bensaude? 

Enquanto Grupo económico com 200 anos de existência, pareceu-nos indispensável transmitir aos colaboradores confiança na organização e incentivar a sua abertura à mudança. Desenvolvemos ferramentas possibilitando a prática do teletrabalho de forma generalizada, optámos por colocar em regime de lay-off trabalhadores cuja atividade foi suspensa, antecipámos um projeto de vendas online e de entregas ao domicílio, introduzimos maior mobilidade (transitória) de trabalhadores entre empresas, antecipámos projetos cuja concretização fosse conciliável com o confinamento (desenvolvimento de sites informáticos, aceleração de obras em hotéis, introdução de novas ferramentas tecnológicas de apoio às novas práticas, nomeadamente ao teletrabalho).
O que destaca, na sua visão, para enfrentar – e comunicar – estes desafios?

A mobilização e a confiança dos colaboradores foram e são alicerces fundamentais da necessidade de adaptação ao momento atual e, quiçá, ao futuro. No CEO encontrámos inspiração, prudência, contacto e informação permanente com decisores políticos e empresariais no país e na região. No Diretor de Recursos Humanos análise rápida e ampla das políticas de manutenção dos postos de trabalho a par do diálogo com os trabalhadores mais prejudicados pela perda temporária das suas funções, na CFO estudo detalhado dos mecanismos financeiros, públicos e bancários principalmente, para reforço da tesouraria e maximização das disponibilidades, tendo em conta a incerteza que caracterizará o funcionamento da economia em geral em 2020 e 2021 e as suas repercussões sobre a economia insular. Nestes responsáveis de topo assenta a prudência da gestão. Na comunicação interna, transparente, abrangente e orientada para a proteção dos trabalhadores, reside, em boa parte, a confiança dos colaboradores. Nos demais gestores de topo, a adaptação das suas empresas e dos seus negócios, em velocidade acelerada.

E quais serão os próximos passos?
A revisão global dos investimentos e dos projetos aprovados para o período 2020 a 2022 encontra-se em curso. A esta se seguirá uma atualização da reflexão estratégica sobre os objetivos a médio prazo. O mote será o de proteger o presente e o futuro das empresas do Grupo Bensaude, acelerar a digitalização da organização, introduzir duravelmente, quando aconselhável, a prática do teletrabalho, permanecer atentos a novas oportunidades, dentro e fora da região em que o Grupo Bensaude opera.

A MY CHANGE tem como propósito apoiar processos de mudança na vertente das Pessoas e procura, neste momento único, partilhar a Visão dos que estão ao leme das organizações.
Agradecemos a contribuição de António Castro Freire e convidamos a ler as próximas.

De repente estamos todos em teletrabalho. E agora?

Os tempos que vivemos afastam-se do normal. Há um antes, um durante e haverá um depois Covid-19. Agimos (ou trabalhamos) como se tudo estivesse igual, pensando que conseguimos executar as mesmas tarefas, ao mesmo ritmo, no mesmo tempo. Mas tal como todos já sentimos, o contexto mudou. Para alguns trabalhar em casa é uma oportunidade para aumentar o foco, diminuir o número de distrações (e por isso ser mais produtivo) e estar mais confortável. Para outros, acarreta desafios adicionais como o afastamento social dos colegas, a gestão do tempo, as falhas técnicas das ferramentas que suportam o nosso trabalho e até a gestão da motivação.

Em torno do teletrabalho orbitam três temas-chave: tecnologia, espaço e relações.

A tecnologia traz consigo a beleza de nos permitir conectar com a família, amigos, colegas ou clientes que estão noutro lugar. É a forma de nos ligarmos e a ferramenta de trabalho de todos os que se encontram em teletrabalho. Mas também se pode revelar um desafio. O acesso fácil a tudo e todos, todos os dias, a toda hora pode criar demasiado ruído e não nos permitir mergulhar fundo no trabalho.

O espaço torna-se particularmente importante quando a nossa casa se transforma no escritório e, sem nos apercebermos, deixamos de conseguir detetar a diferença entre tempo pessoal e expetativas profissionais. De um dia para o outro, a secretária passa a estar na cozinha ou a sala de estar transforma-se no escritório. Com o escritório dentro de casa (e a impossibilidade de sair), torna-se mais difuso o tempo que é nosso e o tempo que é do trabalho. Torna-se mais difícil definir os limites.

Somos, todos, animais sociais. Muito do nosso trabalho é baseado em relações e o que o teletrabalho nos trouxe foi uma nova forma de nos relacionarmos. Vemo-nos e ouvimo-nos na tentativa de sentirmos o mesmo que sentiríamos se estivéssemos lado a lado. Usamos emojis para expressar as emoções que não passam através da escrita. Sorrimos para a nossa câmara sempre que o outro sorri para a câmara dele. É assim que tentamos criar e estreitar relações.

Mas este artigo serve de pouco se só expusermos os desafios e não partilharmos potenciais soluções. Por isso, a MY CHANGE sugere 10 boas práticas enquanto vivermos com o escritório dentro de casa e com os colegas e clientes dentro do computador:

  1. Crie um espaço de trabalho em casa e trabalhe sempre nesse espaço.
  2. Defina uma hora de início e uma hora de fim dos trabalhos (a hora de fim pode ser particularmente difícil de gerir, pois não temos que sair do escritório, mas não abdique dela).
  3. Deixe que os seus colegas e clientes saibam quando podem comunicar consigo (sabemos que a tecnologia toca todas as partes da nossa vida, mas isso não significa que temos que estar disponíveis 24/7)
  4. Pratique o “self-care”, tire tempo para si (medite, leia, faça exercício, cozinha, pinte, tome um banho relaxante, esteja em silêncio)
  5. Defina tempo para a família e amigos
  6. Tome as refeições sem interrupções (afaste o computador e o telemóvel nesses momentos)
  7. Recorde-se do que o energiza naquilo que faz todos os dias (pense no que o faz sentir orgulho na sua função)
  8. Procure interagir com as pessoas que beneficiam do seu trabalho (aumentará a sua motivação)
  9. Mude, intencionalmente, o cenário em sua casa (ao final do dia acenda uma vela, prepare uma bebida, coloque música e desfrute do momento)
  10. Não se esqueça que ao adotar esta práticas está a melhorar a sua experiência de teletrabalho, mas também está a contribuir para o bem-estar do que trabalham e vivem consigo.

As esferas tecnologia, espaço e relações representam desafios diários que vieram para ficar enquanto o mundo lá fora assim o exigir. A parte boa é que estamos a aprender, a mudar crenças e a reinventar-nos ao mesmo ritmo com que lidamos com os desafios. Estamos todos juntos nesta jornada. E será em conjunto que vamos ultrapassá-la. Quanto a nós, MY CHANGE, estaremos aqui, para si.

A gestão do tempo como aliada no teletrabalho

Quando o nosso dia-a-dia ainda era normal e podíamos viver livremente numa rotina preenchida por tarefas profissionais e pessoais, a gestão de tempo configurava-se já como uma questão desafiante para a maior parte das pessoas. “Eu não tenho tempo” costumava ser uma frase muito comum, usada como justificativo para não fazer aquilo que não podíamos – ou, às vezes, aquilo que não nos apetecia fazer naquele espaço de tempo. O corre-corre era, por vezes, literal. Corríamos para apanhar o transporte público, para chegar a tempo às reuniões agendadas ou para ir ao ginásio.

De repente tudo mudou, e um inimigo invisível e externo, completamente fora do nosso controlo, fez com que o mundo desacelerasse. No caso das empresas cuja atividade assim o permite, os seus colaboradores trabalham a partir de casa. Os que não podem parar, por sua vez, seguem na batalha do dia-a-dia, agora em ruas solitárias.

Para os que estão em casa, em teletrabalho (ou a viver a pausa inesperada e indesejada do mesmo), a gestão do tempo continua a desafiar. Enquanto muitos se queixam da falta de atividades para preencher o tempo, outros encontram-se agora, ironicamente, assoberbados pelas tarefas do dia-a-dia. Novamente. Os que têm filhos, neste momento, convivem com eles durante todo o dia, e veem-se no desafio de ocupar o seu tempo e discipliná-los a continuar a estudar, acompanhando as aulas virtuais. A vida não pode parar.

Como organizar-se numa realidade que sabemos que é temporária, para que ela seja mais proveitosa e consigamos vislumbrar o seu lado positivo? Deixamos aqui algumas recomendações que podem ajudar neste período:

  • Defina horários para as atividades

Separe horários para lazer, falar com amigos, estudar e descansar. O ideal é fazer as atividades sempre no mesmo horário (encontrar novas rotinas).

  • Mantenha os horários de dormir e das refeições

Isso ajuda a manter a imunidade e bons hábitos. Se possível, atribua um tempo para praticar também exercício físico.

  • Seja paciente

A rotina não se desenvolve do dia para a noite. O cérebro precisa de um tempo para se adaptar aos novos hábitos e não devemos pressionar-nos, uma vez que isso causa ansiedade e frustrações.

  • Faça a gestão das suas tarefas

Faça uma lista de tarefas no início do dia e enumere as prioridades. Termine o que começou a fazer.

Nós, na MY CHANGE, ajudamos as empresas e os seus colaboradores a gerir a mudança, seja nos momentos mais frutíferos ou nos de maior complexidade para o negócio. Estamos todos unidos em prol da prosperidade dos empreendedores e temos serviços adaptados a todos os setores e às necessidades de todos os segmentos de colaboradores. Sabemos que a disponibilidade para flexibilizar o modelo de trabalho das empresas e ajudar os seus colaboradores neste processo é essencial, para que todos trabalhem melhor e sejam muito mais felizes e realizados naquilo que fazem.