Top 10 skills: Resolução de Problemas Complexos

Fruto das transformações profundas da sociedade, também as empresas sentem a necessidade de se adequarem ao novo meio onde se encontram. É neste sentido que o relatório The Future of Jobs, do World Ecomomic Forum (2016), dá uma perspetiva das competências de trabalho para o futuro, enumerando as 10 mais valorizadas em 2020. Apresentamo-las abaixo, em comparação com as de 2015.

 

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A MY CHANGE partilha hoje um artigo sobre a primeira competência do Top 10 Skills: Resolução de Problemas Complexos.

A Resolução de Problemas diz respeito ao conjunto de estratégias utilizadas para responder eficientemente a um determinado problema. A falha na resolução de problemas pode dever-se ao facto de tentarmos resolver sem entender realmente o problema e de complexificarmos o processo de diagnóstico, o que faz com que percamos tempo.

A solução passa por fazer um diagnóstico ao problema, identificando-o de forma objetiva e clara e, depois, fazer uma reformulação, refletindo sobre o que foi pensado e dando novas perspetivas ao problema. Porém, conseguir-se-á resultados mais eficazes se não pensar demasiado sobre o problema. Este processo deverá ser rápido, simplificado e colaborativo através da interação em grupo. De seguida apresentamos dois modelos distintos e complementares – um centrado no diagnóstico e outro centrado na reformulação.

 

O diagnóstico implica uma definição cuidadosa do problema, que é crucial para evitarmos iniciar um processo de resolução de um problema errado. Permite compreender o problema e o seu significado. Implica as seguintes fases sequenciais:

  1. Estabelecer a necessidade de uma solução: o objetivo desta etapa é articular o problema nos termos mais simples possíveis: “Estamos a procurar X para obter Z medido por W.” Este enquadramento inicial esclarece a importância do problema, ajuda a proteger os recursos para enfrentá-lo e implica a resposta a três perguntas: Qual é a necessidade básica? Qual é o resultado desejado? Quem beneficia e porquê?
  2. Justificar a necessidade: esta etapa pressupõe a resposta às seguintes perguntas “ o esforço está alinhado com a nossa estratégia? Quais são os benefícios desejados para a empresa, e como vamos medi-los? Como garantiremos que uma solução seja implementada?”. Deste modo, pretende-se explicar porque a organização deve tentar resolver o problema.
  3. Contextualizar o problema: examinar esforços passados para encontrar uma solução pode economizar tempo e recursos e gerar um pensamento altamente inovador. Se o problema é industrial, é crucial entender por que o mercado não conseguiu abordá-lo. Que abordagens tentamos? O que os outros tentaram? Quais são as restrições internas e externas sobre a implementação de uma solução?
  4. Escrever a Declaração do Problema: neste momento deve escrever-se uma descrição completa do problema e os requisitos que a solução deve satisfazer. A declaração do problema, que capta tudo o que a organização aprendeu ao responder às perguntas das etapas anteriores, ajuda a estabelecer um consenso sobre o que seria uma solução viável e quais seriam os recursos necessários para alcançá-la. Quais os requisitos que uma solução deve satisfazer? Quais as soluções que devemos equacionar? Que informações e que linguagem devem incluir a declaração do problema? O que os indivíduos precisam de fazer? A organização precisa de que informações sobre a solução proposta para investir nesta? Que incentivos os resolvedores precisam? Como as soluções serão avaliadas e o sucesso medido?

 

 

A reformulação é essencial para afinar e refletir sobre ideias e conceitos, minimizando potenciais erros. A reformulação engloba as seguintes fases:

  1. Estabelecer legitimidade: o grupo tem de estar alinhado na procura da solução e no método de reformulação. Pode ser um desafio para os gestores que têm equipas habituadas a ter respostas em vez de questões dos seus líderes.
  2. Pedir opiniões externas: outsiders do grupo poderão trazer perspetivas inovadoras. Devem ser procuradas pessoas próximas e que conheçam a realidade em causa e que possam falar livremente sem restrições. É importante estar à espera de inputs e não de soluções.
  3. Apontar todas ideias por escrito: as pessoas tendem a concordar oralmente com a definição do problema, mas olhando para a mesma definição por escrito, torna-se mais fácil que os elementos do grupo possam dar as diferentes visões do mesmo assunto. Todos os inputs e soluções apresentados devem também ser anotados para que nenhuma informação seja perdida.
  4. Perguntar o que está a faltar: principalmente na definição do problema é importante, porque as pessoas tendem a não detalhar o que está a ser declarado.
  5. Considerar múltiplas categorias: uma mudança poderosa pode acontecer através da transformação da perceção do problema. É importante perceber que tipo de problema o grupo está a enfrentar: problema de atitudes? Problema de expetativas? Nesta fase é fundamental sublinhar o que grupo pensa acerca do problema.
  6. Analisar as exceções positivas: procurar situações semelhantes em que o problema não ocorreu e perguntar “O que aconteceu de diferente naquela situação?” Se o grupo analisar os resultados positivos de determinada situação, torna-se mais fácil analisar o seu próprio comportamento e assumir as falhas.
  7. Questionar o objetivo: é importante dar atenção explícita aos objetivos das partes envolvidas, devendo clarificá-los e desafiá-los.

 

Believe you can and your are half way there” – Theodore Roosevelt

 

Referências bibliográficas:

Maani, K. & Maharaj, V. (2001). Systemic Thinking and Complex Problem Solving. A theory building empirical study. New Zealand.

Spradlin, D. (2012). Are You Solving the Right Problem? Harvard Business Review, pp. 85–93.

Wedell-Wedellsborg, T. (2017). Are You Solving the Right Problems? Harvard Business Review, pp. 76–83.

World Economic Forum, The Future of Jobs: Employment, Skills and Workforce Strategy for the Fourth Industrial Revolution, 2016.

 

My Change Apoia Anturio num Workshop ímpar e memorável!

Quem disse que não era possível construir estratégia com equipas virtuais?

No dia 29 de Julho a My Change,  consultora certificada em Change Management, desenvolveu um incrível Workshop de Reflexão para a construção das Peças Estratégicas Visão, Missão e valores da sua cliente Anturio, empresa 100% portuguesa que presta serviços nas áreas de Consultoria, Desenvolvimento e Implementação de soluções de Software de Gestão, mas que tem as suas equipas dispersas geograficamente.

Através do Programa SOMOS ANTURIO, dinamizado pela My Change, um conjunto de iniciativas que visam fortalecer a Value Proposition da Organização junto do mercado e dos seus colaboradores estão a ser desenvolvidas visando reforçar e inovar as suas Politicas de recursos Humanos e assim tornar os seus colaboradores mais felizes e com o contrato psicológico com a Anturio mais elevado.

O Workshop de dia 29 de Julho teve como principal objetivo construir de forma participada um referencial comum e orientador da Missão, Visão e valores da Anturio e garantir o alinhamento da equipa face às mensagens e narrativas sobre a Organização. Teve como curiosidade, contar com 3 equipas presentes em sala e 5 equipas virtuais – Moçambique, Algarve, Madeira, Lisboa, Setúbal. Quem disse que não era possível uma comunicação tão alinhada em todos os locais, uma participação tão interessada e uma conclusão tão de todos?

Estão previstas no programa SOMOS ANTURIO iniciativas e  praticas de comunicação e geração de compromisso que reforcem o sentimento de pertença e reforcem a coesão. Este Workshop foi o exemplo de que não há barreiras para a comunicação quando a força da equipa é o que queremos celebrar! Prova superada! Parabéns Anturio! Parabéns My Change!

A Solidão dos Executivos por Maria João Martins

“If you want to go fast, go alone. If you want to go far, go together.”
Provérbio africano

Alguma vez pensou que os Líderes se sentem sozinhos? Quais serão os motivos que contribuem para a solidão dos Executivos? Haverá estratégias que podem ser implementadas e/ou adotadas para contrariar esta realidade?

 

Maria João Martins, Executive Partner da My Change e Conselheira da revista Human Resources Portugal, fala-nos da sua experiência e desta realidade tão presente no meio organizacional.

Conheça o artigo integral: Artigo completo aqui

Mudança organizacional na TST – Transportes Sul do Tejo

Em 2015, a TST iniciou um processo de reorganização das suas áreas operacionais tendo como objetivo melhorar o serviço prestado, desenvolver e aproximar mais a empresa da comunidade local, alargar a sua base de clientes e fomentar uma utilização mais racional de recursos e mais amiga do ambiente.

A My Change teve o privilegio de contribuir para esta grande e positiva mudança.

Conheça o artigo completo, escrito por Teresa Fialho, Partner da My Change, através do link: http://www.transportesemrevista.com/Default.aspx?tabid=210&language=pt-PT&id=56437&area=undefined

Sharing My Change 2016

A My Change, consultora de Gestão da Mudança, vai organizar a segunda edição da Conferência Sharing My Change, no próximo dia 19 de Outubro no Museu da Eletricidade, em Lisboa. António Mexia (CEO do Grupo EDP), António Saraiva (Presidente da CIP) e José Félix Morgado (CEO do Montepio) serão alguns dos oradores convidados a partilhar, na primeira pessoa, as suas visões e experiências sobre a importância da gestão da mudança no mundo empresarial.

No ano que celebra o seu 10º aniversário a My Change realizou no dia 19 de outubro o 2º Sharing My Change, um Evento sobre Gestão da Mudança nas Empresas com Foco nas Pessoas.

Tratou-se de um momento de partilha de mudanças nas Organizações na voz dos seus interlocutores, com três temáticas centrais:

  • AS PEQUENAS GRANDES TRANSFORMAÇÕES, Maria João Martins (sócia da My Change) à conversa com António Mexia (Presidente do Conselho de Administração Executivo da EDP)
  • AS EQUIPAS NO CENTRO DA ESTRATÉGIA: MUDAR A CULTURA E INTEGRAR A DIVERSIDADE,  Teresa Fialho (sócia da My Change) com Gonçalo Salazar Leite (PCE da Secil), José Félix Morgado (Presidente da Caixa Económica Montepio Geral) e Alexandre Pinho (Head of Microsoft Services).
  • ÉTICA NA GESTÃO DA MUDANÇA? Rute Sousa Ribeiro (Senior Manager da My Change) com António Pita de Abreu (Dean da Universidade Corporativa EDP), António Saraiva (Presidente da CIP) e Ricardo Parreira (CEO da PHC)

Antes do coffee break,  Martim Vicente apresentou alguns temas do seu novo trabalho “Caminho”.

A conferência terminou com um momento de poesia com Fernando Magalhães, (Diretor do Externo Frei Luís de Sousa), Pedro Ramos (Administrador da Groundforce Portugal) acompanhados por Pedro Raposo, (DRH do Banco de Portugal, que tocou piano).

A My Change agradece a presença dos oradores e dos participantes e regista com muito agrado o excelente feedback de todos para este evento onde se partilharam histórias reais na 1a pessoa sobre a Gestão da Mudança.

Muito obrigado a todos e até ao próximo Sharing My Change!

Para mais detalhes favor ir a:

https://eco.pt/2016/10/20/sharing-my-change-os-desafios-a-mudanca-nas-grandes-empresas-portuguesas/

Certificação Internacional

Certificação em Change Management, Julho 2016
A My Change é a primeira empresa portuguesa a receber a certificação internacional  em Change Management pela LaMarsh Global, uma das maiores referências mundiais na área da Gestão da Mudança, responsável pela certificação de reputadas empresas multinacionais  como a Ford, a Kellogg ou o Ebay.

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A certificação LaMarsh reconhece e valida as competências da MyChange e da sua equipa de consultores, nomeadamente na vertente humana e comportamental da Gestão da Mudança nas organizações e na qualidade de parceiros que são especialistas  em envolver, alinhar e transformar Líderes e Equipas no âmbito de desafios estratégicos e operacionais relevantes.

Esta importante certificação surge como mais um reconhecimento das capacidades e competências que a MyChange consolidou ao longo dos últimos 10 anos da sua atividade, com envolvimento próximo e colaboração estreita com todos os nossos clientes empresariais, em múltiplos setores de atividade, reforçando também a sua vocação de internacionalização em apoio, nomeadamente, às empresas portuguesas com presença atual ou projetada em diferentes geografias.

Rick Rothermel, CEO da LaMarsh, deslocou-se a Portugal com o único propósito de conhecer e assegurar a formação da equipa de consultores da MyChange e atribuir presencialmente a referida certificação, em reconhecimento das suas comprovadas referências e competências. Rick é, igualmente, membro fundador daAssociation for Change Management Professionals (ACMP).

Aproveitamos para agradecer a Confiança de todos os nossos clientes, passando pelas Empresas, Organizações e excelentes profissionais e amigos, que têm confirmado a MyChange como o seu parceiro certo e empenhado na concretização dos  projetos de Mudança Positiva determinantes para o seu sucesso, que é também o nosso.

Para mais informações, consultar:

http://hrportugal.pt/2016/07/14/my-change-recebe-certificacao-internacional/